UMA SANTA PÁSCOA PARA TODOS!

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LEI DO PROTOCOLO DO ESTADO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO
Autor: Nuno A. G. Bandeira

Tradutor

quinta-feira, 27 de abril de 2017

DUQUESA DE BRAGANÇA NOS 75 ANOS DAS POUSADAS DE PORTUGAL


A 19 de Abril de 1942 foi inaugurada a primeira Pousada de Portugal, marcando o nascimento de uma marca relevante para o panorama turístico e cultural nacional. Após 75 anos, o percurso das Pousadas de Portugal foi celebrado num Jantar de Gala na Sala do Trono do Palácio Nacional de Queluz, reunindo mais de uma centena de convidados

quarta-feira, 26 de abril de 2017

A PROPÓSITO DO SENHOR DOM DUARTE E O PROTOCOLO DO ESTADO

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O deputado socialista Ascenso Simões reconheceu na sua coluna da passada quarta-feira aqui no jornal i que a petição que por estes dias decorre online para a inclusão do Chefe da Casa Real Portuguesa no Protocolo de Estado “(…) não se apresenta recheada de problemas políticos ou institucionais, uma vez que D. Duarte é conhecido como herdeiro da coroa” e que “(…) o protocolo do Estado deve acomodar uma norma que permita aos mais altos representantes do Estado conferirem a D. Duarte, por tudo o que representa, uma dignidade única em circunstâncias especiais? A nossa opinião vai no sentido positivo.” Tirando a menorização dos monárquicos que pelos vistos Ascenso Simões execra, estamos de acordo com tudo o mais no seu artigo e é precisamente no sentido que afirma que a petição surge. De facto esta iniciativa não pretende "monarquizar" o regime republicano que nos coube em azar, e muito menos "republicanizar" a Instituição Real como receiam alguns monárquicos. A petição não pretende atribuir aos Duques de Bragança nenhum lugar na lista de precedências existente, essas constam do art.º 7.º da Lei e não se lhe pede alteração. O que se pede é que o representante dos reis de Portugal, quando convidado para qualquer cerimónia, nela tenha o estatuto honroso e digno, de "convidado especial", estatuto que não altera a lista das precedências do Protocolo. Implica apenas, e não é pouco, uma especialíssima relevância a conceder a um convidado que é, pelo que na verdade representa, “especial”. 

De resto as Reais Associações são por natureza e vocação uma “mixórdia”, no sentido de “misturada”, como lhes chama Ascenso Simões. Representam grupos heterogéneos, transversais, e por isso, talvez elas possam ser vistas pelos seus detractores como “mixórdias”. De facto as Reais Associações assentam na diversidade de que é feito o nosso país, nas várias regiões em que estão inseridas. Elas não se dirigem a um grupo em particular, facção ideológica, classe social ou elite cultural, antes se dirigem a todos os que não se conformam com a república a que chegámos em 1910 e que gostariam ver restaurados os valores permanentes da nossa portugalidade. Ora acontece que esses valores não sendo propriedade de ninguém, são seguramente protagonizados pelo Senhor Dom Duarte. 


Finalmente, os defeitos que atribui aos monárquicos como eu, não nos impede de querermos ser cada vez mais e melhores. É por isso que estamos a trabalhar todos os dias.


João Távora


terça-feira, 25 de abril de 2017

DUQUES DE BRAGANÇA PRESENTES NO MADEIRA FILM FESTIVAL 2017


SS.AA.RR., Os Duques de Bragança com João Paredes e Ana Isabel Dantas

A abertura oficial da 6.ª edição do Madeira Film Festival decorreu na passada terça-feira dia, 18 de Abril, pelas 19 horas, no hotel Belmond Reid´s Palace. Marcaram presença o duque de Bragança, patrono do festival, o conselheiro cultural da Embaixada da China, Shi Juanping, no âmbito da parceria do MFF com o festival internacional de cinema de Xangai, a actriz Adrienne Wilkinson, das séries ‘Star Trek’ e ‘Star Wars’, realizadores e produtores que se deslocaram à Madeira para esta edição do festival e, ainda, algumas das misses do ‘Miss Queen Portugal’.
‘Eagle Huntress’ do realizador Otto Bell, foi o filme de abertura, exibido no Teatro Municipal Baltazar Dias.




segunda-feira, 24 de abril de 2017

MACRON EM 2015: EXISTIRÁ SEMPRE O VAZIO DEIXADO PELA FIGURA DO REI

Foto de Diga Sim à Monarquia.

"Isso foi bem visto com a interrogação permanente sobre a figura presidencial, que perdeu valor depois da partida do general De Gaulle. Depois dele, a normatização da figura presidencial reinstalou um vácuo no coração da vida política. Portanto, é isso que se espera do presidente da República, que ele ocupe esta função (o vácuo). Tudo foi construído sobre este mal-entendido."

- MACRON, Emmanuel. Emmanuel Macron: "il nous manque un roi". Atlantico, Paris, 8 Jul. 2015. Disponível em: http://goo.gl/tjpNc0

Contribuição e tradução de Gabriel Carvalho.

ABAIXO A REPÚBLICA!

Isto assim não serve, depois do BES agora é o Monte Pio, os outros bancos já foram, vivemos numa realidade virtual, com um presidente e um primeiro ministro a porem água na fervura com medo de dizer a verdade aos portugueses! E a verdade tem a ver com o regime porque foi este regime que fabricou esta nomenclatura e os interesses que lhe estão subjacentes. Interesses que se cruzam, misturam, que estão por todo o lado e tudo contaminam. É a constituição que os protege e quando não é ela, aparece sempre um juiz ou uma juíza para fazer o serviço. Agora há muita gente indiciada, poeira para os olhos, porque o mais certo é ninguém ser condenado. Aliás teriam que condenar primeiro os de cima, os vários presidentes, que por mais livros que escrevam não se livram de responsabilidades. O estado da nação é este. Uma nação à deriva que nem estratégia tem para o futuro! E não havendo futuro garante-se o presente através de lugares e tachos na função pública. Em contra ciclo europeu (e mundial) vamos ensaiando uma experiência socialista fora de prazo! E que só pode acabar mal. Em termos geopolíticos, e contrariando o destino, optamos pelo continente enquanto a nossa velha aliada se faz ao largo! Já demos esta matéria e foi um desastre...


E assim, a palavra de ordem e única palavra de esperança para qualquer português é: - abaixo o regime que nos sufoca! Abaixo a república! Democraticamente, claro. E se a bendita constituição o permitir!


Saudações monárquicas


JSM


Fonte: Interregno

quarta-feira, 19 de abril de 2017

MAIS DE 6.500 ASSINAM A PETIÇÃO

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Ultrapassa já as 6.500 mil assinaturas a petição lançada a meados de Março, que propõe alterações à ‘Lei das Precedências do Protocolo do Estado Português’ por causa do relacionamento protocolar devido ao Duque de Bragança.
Porque o Duque de Bragança, D. Duarte Pio, enquanto descendente e representante dos Reis de Portugal, é regularmente convidado a participar em eventos oficiais, sendo-lhe habitualmente conferido um tratamento de particular respeito, apesar de isso não estar previsto no protocolo do Estado, eis a razão da petição que propõe a inclusão do Duque de Bragança na Lei do Protocolo do Estado, a exemplo do que já acontece com as altas entidades estrangeiras, diplomáticas, religiosas, universitárias e parceiros sociais.
De acordo com o texto associado à petição ‘monárquica’, o relacionamento protocolar devido ao Duque de Bragança deverá ser especificado na Lei das Precedências do Protocolo do Estado Português, acrescentando um novo Artigo 34º: “1 - O chefe da Casa de Bragança, quando convidado para cerimónias oficiais, deverá ser tratado como convidado especial da entidade que tiver, por virtude da mais alta precedência protocolar, a presidência. 2 – Ao cônjuge do chefe da Casa de Bragança é atribuído lugar equiparado ao mesmo, quando esteja a acompanhá-lo.”
Na Madeira, o monárquico arquitecto João Cunha Paredes tem divulgado a petição, na expectativa da mesma reunir um maior apoio.
Entre as personalidades que apoiam esta petição, sobressaem deputados (do CDS e do PSD), presidentes de Câmara, ex-governantes e professores universitários.

Fonte: dnoticias.pt

Los impulsores de la propuesta quieren que el duque Duarte de Braganza tenga un tratamiento especial en la ley, como otras autoridades diplomáticas, religiosas, académicas...


Duarte de Braganza es uno de los pretendientes al trono de Portugal. Como jefe de la casa real de Braganza es invitado a algunos actos oficiales, pero su presencia no está regulada legalmente, y eso es lo que quiere cambiar un grupo de ciudadanos que ha lanzado una petición para cambiar la Ley de Protocolo.
14/03/2017


Duarte Pío de Braganza y su esposa estuvieron entre los cientos de invitados que asistieron en pasado mes de noviembre a la cena de gala que el presidente de la República de Portugal, ofreció en el pazo de Guimaraes en honor a los reyes de España que estaban de visita de Estado.
Es un ejemplo de los actos oficiales, más o menos solemnes, a los que acude el duque de Braganza, que pese a ser pretendiente al trono desaparecido de Portugal, mantiene buenas relaciones con las autoridades de la república.
El problema que un grupo de simpatizantes y partidarios de Dom Duarte Pío de Braganza ve es que el protocolo no contempla al duque: no tiene ninguna consideración especial, al menos en lo que se refiere a las normas que regulan el protocolo, aunque en la práctica a veces sí se le da.
De ahí que hayan lanzado una campaña en Petição Pública, una plataforma de recogida de firmas similar a Change.org. Su petición, que elevarán al gobierno portugués, es que se modifique la Ley de Protocolo para incluir al jefe de la Casa de Braganza.
De esta forma, quieren que se le tenga en consideración en esta norma, como se hace con autoridades como representantes extranjeros, diplomáticos, líderes religiosos, académicos y agentes sociales. Su idea es que se mencione específicamente al “jefe de la Casa de Braganza” y a su cónyuge, para que así tenga un lugar en el protocolo de los actos oficiales a los que asista Duarte Pío de Braganza.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

MONARQUIA - PROJECTO DE CONTINUIDADE


Na Monarquia a Chefia do Estado transmite-se por via hereditária. Quando a vida do Pai chega ao fim, seu Filho, como foi planeado e educado para isso, é automaticamente alçado Rei e, depois de Aclamado, prolongará a Dinastia e dará continuidade a essa chefia, nunca ficando a obra e o projecto do Rei de cujus por ultimar. O Rei morreu! Viv’ó Rei! Sim, porque o novo Monarca não vai reinar sobre aquele que Lhe deu a vida, mas dar-Lhe continuidade!
Como escreveu o 2.º Conde de Alvellos in ‘O Berço Exilado do Príncipe da Beira’:
‘A Realeza é outra coisa, visa de longe a meta, e, com prudente vagar, chega ao fim planeado; se não for o Pai a ultimar a realização, seu Filho, automaticamente alçado Rei, educado das mesmas ideias de seu Pai, tudo seguirá como se a mesma vida fosse, o labor do mesmo pensamento.
Assim se fez o Império, com o prolongamento do comando: – A DINASTIA.
A todas as Repúblicas, por melhores que sejam, falta e faltará sempre, este apanágio das Realezas: – A CONTINUIDADE.’
Essa Continuidade evita as tempestades que podem surgir com uma mudança que põe tudo em causa e gera instabilidade política e social. A Monarquia evita a ruptura!
A sucessão hereditária garante uma legitimidade que é a independência face ao poder político que nenhum outro chefe de Estado possui. A Monarquia não provoca antinomia inconciliável entre um chefe de Estado e governo, assim como não petrifica o Primeiro Cidadão como instrumento político de um governo da sua área ideológica.
Um Monarca personifica o carácter nacional e dá continuidade ao projecto do Estado-Nação. Foi essa ideia propedêutica e que qualifica a sucessão hereditária: só um Rei permite uma evolução – sem quebrar a linha – na chefia do Estado, fruto da substituição geracional. Como, facilmente, se verifica a um presidente advém outro da mesma geração e idade próxima e senatorial, mantendo normalmente, mesmo que de facções ideológicas diversas, a mesma linha de pensamento e acção. Já a um Rei sucede um Rei, que até à hora da sucessão foi um Príncipe herdeiro, de uma geração diferente, educado no seu tempo e na sociedade que vai incarnar. O Príncipe hereditário é, assim, preparado para Reinar na altura certa, compreendendo as mudanças da sociedade, pois viveu-as – a conjuntura é a sua! Existe, de facto, uma verdadeira renovação, mas sem deslocamento de perspectiva.
O novo Rei carrega a lição do Passado, mas como de uma outra geração é fruto de um longo trabalho de preparação técnica e cultural para assimilar e interiorizar a Sua Nação, também, no momento e que dessa forma representará como ninguém. O novo Rei não enterra o passado, mas antes exuma os bons exemplos e aplica-os à nova realidade. Inventa-se a si próprio, para acompanhar sempre os tempos, mas procurando manter um percurso lógico sem desprezar a experiência e o exemplo dos antepassados. A Monarquia é o melhor modelo adaptado a cada época.
Como assinalou o historiador francês Jacques Bainville:
A Monarquia é o mais maleável dos regimes, o mais pronto a se renovar, aquele que tem menos medo das ideias e o que menos se encerra na rotina’.
Na Monarquia não há uma nova ordem que institui uma oposição à ordem anterior, mas uma diferença que qualifica, sem ser radical, mas, também, sem ser igual; existe uma remodelação histórica, um novo sentimento que impulsiona a Nação: não corta com o passado, mas também, não se distancia da vanguarda.
Toda a sequência dos homens durante o decurso de tantos séculos deve ser considerada como um só homem que subsiste e apreende continuamente’, defendeu Pascal.
É isso mesmo: o novo Rei conserva o que é estável e fixo, mas compreende as metamorfoses da sociedade e o continuo fluxo do desenvolvimento, proporcionando desta forma um equilíbrio perfeito. Não fica atolado, não cristaliza para seu conforto e segurança – ficando inoperante; evolui, manejando lucidamente a mudança para proveito do Povo e do Estado. O Rei responde ao apelo dos novos tempos, escuta com bom senso as lições da História, vislumbra os acontecimentos, faz a justaposição, e faz a transição, a passagem do tempo do velho Rei para o tempo do novo Rei.
Desta forma, um Monarca não pode renunciar aos objectivos pelos que reina, mas trabalhar para uma obra global: o bem da Nação. Este homem alçado Rei não é apenas mais um indivíduo, contem em si próprio um princípio, uma finalidade, é o supremo representante de todos os seus compatriotas, de toda a História da Nação, de toda a cultura, não é independente dos projectos dos indivíduos e do Estado, mas o suporte do edifício que é a Nação, que tem obrigação de guardar, servir e proteger.

domingo, 16 de abril de 2017

MAIS DE 6 MIL JÁ ASSINARAM PETIÇÃO PARA INCLUIR D.DUARTE NO PROTOCOLO DE ESTADO


Mais de seis mil cidadãos já assinaram a petição pública electrónica a solicitar a inclusão do duque de Bragança no protocolo de Estado, através da alteração à legislação de 2006.:
A petição, online desde 12 de Março e que conta actualmente com mais de 6.200 assinaturas, tem entre os peticionários o presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira, o conselheiro de Estado Lobo Xavier, e muitas outras figuras de CDS-PP e PSD, mas também o politólogo Adelino Maltez ou o escritor Rui Zink, além do historiador Jaime Nogueira Pinto e dos empresários Paulo Azevedo e Paulo Teixeira Pinto.
“A lei actual é de 2006 e, quando foi discutida, esta questão já se colocou e acabou por ser aprovada uma versão em que foi completamente excluída. Passados 10 anos, houve instituições e pessoas que acharam por bem levantar o assunto porque há algumas dificuldades protocolares quando d. Duarte Pio, que é convidado regularmente para eventos, no seu enquadramento”, disse à Lusa um dos promotores da petição “Inclusão do Duque de Bragança na Lei do Protocolo do Estado”, Tomás Moreira.
O dirigente da associação monárquica Causa Real, empresário de 59 anos, garantiu que o objectivo é o assunto vir a ser debatido na Assembleia da República.
As petições, uma vez admitidas em São Bento em sede de comissão parlamentar, são entregues a um deputado para tomar as diligências consideradas adequadas. Se tiver mais de 1.000 assinaturas, os autores têm de ser ouvidos pelo parlamento. Ultrapassadas as 4.000, o assunto tem mesmo de ser levado a plenário.
“Enquanto chefe da Casa de Bragança, [Duarte Pio] tem sido convidado a participar em eventos oficiais, importantes momentos da vida do Estado, especialmente quando envolvem a participação de membros da realeza mundial, em cerimónias de celebração histórica ou cultural, no estrangeiro, como representante da comunidade portuguesa, em eventos de natureza cultural, humanitária ou religiosa”, justifica-se no texto.
A petição defende tratar-se do “reconhecimento pelo Estado português de que o chefe da Casa de Bragança é, mesmo no regime republicano vigente, o legítimo sucessor dos Reis de Portugal” e que “a maturidade do regime republicano deveria permitir a formalização deste relacionamento, passando a incluir o tratamento devido ao duque de Bragança na Lei das Precedências do Protocolo do Estado Português’”, como “já acontece com as altas entidades estrangeiras e internacionais, diplomáticas, religiosas, universitárias e os parceiros sociais”.
Outro antigo autarca, Carmona Rodrigues, actuais e antigos deputados e dirigentes democratas-cristãos como Diogo Feio, Nuno Melo, Telmo Correia, Mota Soares, mas também os jornalistas e escritores Miguel Esteves Cardoso, Eduardo Cintra Torres e Henrique Raposo, bem como o cozinheiro.

sábado, 15 de abril de 2017

ANTIGOS ALUNOS DO COLÉGIO MILITAR REÚNEM-SE EM ALMOÇO



Comemorações do 3 Março no Real Clube Tauromáquico Português



No passado dia 6 Abril 2017, os sócios do Real Clube Tauromáquico Português, Antigos Alunos do Colégio Militar, reuniram-se num almoço na sede deste clube em Lisboa, para comemorar o 3 Março.


O almoço foi presidido pelo Antigo Aluno Duarte Pio de Bragança - 97/1960.

As fotos foram gentilmente cedidos pelo Filipe Soares Franco - 62/1963.

A reunião, decorreu em ambiente de muita animação e camaradagem e foi encerrada com o habitual zacatraz colegial.

Presenças:
Atrás, de pé, da esquerda para a direita: João de Barahona Núncio (175/1945), Rui Carp (536/1960), José Luís Bessa (73/1955), António Sobral (112/1950), Duarte Pio de Bragança (97/1960), Filipe Soares Franco (62/1963), Manuel de Lucena (405/1953), Pedro Cudell (3/1961) e Eurico Paes (306/1957).

Em posição de “firmeza”, à frente, da esquerda para a direita: Isaías Gomes Teixeira (197/1977), José António Corrêa de Sá (228/1959) e Miguel Félix António (302/1972)


sexta-feira, 14 de abril de 2017

NOTÁVEIS QUEREM DUQUE DE BRAGANÇA NO PROTOCOLO DE ESTADO


O ex-ministro da Solidariedade e Segurança Social de Pedro Passos Coelho (e actual deputado centrista) Pedro Mota Soares é uma das figuras públicas que assina uma petição pública electrónica, que pretende incluir o duque de Bragança no protocolo de Estado, devido à alteração da legislação de 2006. 

Além de Mota Soares, assinam a petição o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, o conselheiro de Estado Lobo Xavier e muitas outras figuras, actuais e antigas, do CDS - como Diogo Feio, Nuno Melo e Telmo Correia.

Entre os subscritores da petição - que conta já com mais de seis mil assinaturas - estão ainda Miguel Esteves Cardoso, o cronista e historiador Henrique Raposo, o crítico de televisão Eduardo Cintra Torres, o cozinheiro Hélio Loureiro, o politólogo Adelino Maltez, o escritor Rui Zink, o historiador Jaime Nogueira Pinto e os empresários Paulo Azevedo e Paulo Teixeira Pinto.

"A lei actual é de 2006 e, quando foi discutida, esta questão já se colocou e acabou por ser aprovada uma versão em que foi completamente excluída. Passados 10 anos, houve instituições e pessoas que acharam por bem levantar o assunto porque há algumas dificuldades protocolares quando d. Duarte Pio, que é convidado regularmente para eventos, no seu enquadramento", disse à Lusa um dos promotores da petição "Inclusão do Duque de Bragança na Lei do Protocolo do Estado", Tomás Moreira.

O dirigente da associação monárquica Causa Real, empresário de 59 anos, garantiu que o objectivo é o assunto vir a ser debatido na Assembleia da República. 

As petições, uma vez admitidas em São Bento em sede de comissão parlamentar, são entregues a um deputado para tomar as diligências consideradas adequadas. Se tiver mais de 1.000 assinaturas, os autores têm de ser ouvidos pelo parlamento. Ultrapassadas as 4.000, o assunto tem mesmo de ser levado a plenário.

"Enquanto chefe da Casa de Bragança, [Duarte Pio] tem sido convidado a participar em eventos oficiais, importantes momentos da vida do Estado, especialmente quando envolvem a participação de membros da realeza mundial, em cerimónias de celebração histórica ou cultural, no estrangeiro, como representante da comunidade portuguesa, em eventos de natureza cultural, humanitária ou religiosa", justifica-se no texto.

A petição defende tratar-se do "reconhecimento pelo Estado português de que o chefe da Casa de Bragança é, mesmo no regime republicano vigente, o legítimo sucessor dos Reis de Portugal" e que "a maturidade do regime republicano deveria permitir a formalização deste relacionamento, passando a incluir o tratamento devido ao duque de Bragança na Lei das Precedências do Protocolo do Estado Português'", como "já acontece com as altas entidades estrangeiras e internacionais, diplomáticas, religiosas, universitárias e os parceiros sociais".

Também Carmona Rodrigues - antigo autarca e actual mandatário da candidatura da líder do CDS, Assunção Cristas, à Câmara Municipal de Lisboa - assina a petição.
SÁBADO - 10-04-2017




quinta-feira, 13 de abril de 2017

TERTÚLIA "ROTEIRO DE UM PEREGRINO" | CASA DO INFANTE | PORTO




Realizou-se no dia 08 de Abril de 2017, na Casa do Infante, na cidade do Porto, a tertúlia sobre o livro A Caminho de Santiago "Roteiro de um peregrino", da autoria de Lourenço de Almada, Conde d'Almada. 
A organização esteve a cargo da associação "Pés a Caminho".

quarta-feira, 12 de abril de 2017

ÉTICA REAL - A VERDADEIRA ÉTICA


Só um Rei visa a prossecução do interesse público, do bem da coisa comum e do bem-estar comum, da verdadeira res publica, que jurou valer e garantir na Aclamação. Só um Rei asseguraria essa representatividade de todos e garantiria a ética na administração da coisa comum. Um Rei não é proveniente da esfera das rotações partidárias, é aclamado pela mais significativa das aprovações: a Aclamação por todas as forças vivas da sociedade agregadas em Cortes! É Rei pelo Código do Direito Natural e pela Aclamação da Nação reunida:
‘Real! Real! Real! Pelo muito alto e muito poderoso e fidelíssimo Rei de Portugal!’
Assim, o Rei põe em primeiríssimo lugar os interesses do próprio Povo e da Nação que tem por dever fundamental defender: ’em prol do comum e aproveitança da terra’. Essa noção de serviço público enraíza-se na História, que o Rei como ninguém assume e encarna.
Na obra de 1496, ‘Do Governo da República pelo Rei’, Diogo Lopes Rebelo elenca, já, quais os deveres do Rei:
‘É dever do Rei cumprir o que diz. Lembre-se que não é supremo Rei, a fim de nada fazer de indigno de tão grande nome. Acostume-se a nada dizer de indecoroso e de impróprio de si. Não ouça nem profira palavras desonestas pois que as más falas corrompem os costumes.
É ainda dever do Rei levantar a república na adversidade, conservá-la na prosperidade, e de pequena torná-la grande. Deve, também, considerar que foi colocado à frente dela, não tanto para governar, como para proveito dos cidadãos. (…)
Compete, finalmente, ao Rei pensar na utilidade de seus cidadãos e da república, a ele confiada e entregue. (…) A todos os seus protegerá: nobres, plebeus, incultos, sábios, ricos e pobres, porque o Senhor o fez tutor e pai de muitas gentes.’
Na verdade, o Rei é um servidor da Nação e, por isso pode ser destronado em Cortes extraordinárias, se ele não cumprir qualquer das obrigações inerentes ao seu cargo.
O Rei tem de governar rectamente: Rex eris, si recte facias, si non facias, non eris.
Ética republicana?! Por favor, não nos façam rir!

terça-feira, 11 de abril de 2017

segunda-feira, 10 de abril de 2017

D. CARLOS I - O REI DO PORTUGAL MAIOR


‘A cada ano que passa, esta figura cresce, a ponto de me parecer um dos maiores Reis da sua dinastia. Já redobra de proporções e não se tira do horizonte da nossa consciência.
Não foram os seus defeitos que o mataram, foram as suas qualidades. Só o assassinaram quando ele tomou a sério o seu papel de reinar, e quando, João Franco, quis realizar dentro da Monarquia o sonho de Portugal Maior.’
– Raul Brandão, in “Memórias”, 1.º Volume, Renascença Portuguesa, Porto, 1919, p. 289