LEI DO PROTOCOLO DO ESTADO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO
Autor: Nuno A. G. Bandeira

Tradutor

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

NÃO À MONARQUIA POEIRENTA!

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Hoje venho fazer um apelo à convergência monárquica em princípios que considero serem absolutamente fundamentais para que a Monarquia que temos que defender seja levada a sério, como uma verdadeira alternativa à república, nos próximos anos!

Neste sentido, apelo à consciência de todos (mesmo daqueles que defendem os princípios contemporâneos), para que tenham em atenção estes mesmos princípios:

1. Nunca, partilhem argumentos poeirentos como aqueles que defendem uma Monarquia do passado!

2. Nunca, partilhem os argumentos poeirentos como aqueles que defendem que a Monarquia em Portugal tem que ser confessional, como o foi até ao início do século XX! Portugal é um País em que a Igreja Católica está separada do Estado, assim como as outras Religiões e Confissões!

3. Entendam e deixem bem claro que a defesa de uma Monarquia obsoleta levará à morte da Causa Monárquica em Portugal!

4. Afirmem, apenas e só, pessoalmente ou na Internet, que o único regime que defendem em Portugal é uma Monarquia de modelo Europeu; que é como quem diz, uma Monarquia Constitucional, Parlamentar e Democrática, tal como existe nos países europeus nossos parceiros, como a Espanha, o Reino Unido, a Noruega, a Suécia, a Dinamarca, os Países Baixos, a Bélgica, o Luxemburgo, o Liechtenstein, o Mónaco ou outro país do mundo, como o Canadá, a Austrália, o Japão, etc…

5. Defendam um modelo de Monarquia adequado à sociedade do presente e não apresentando o passado como alternativa futura! Pois isto será também a morte da Causa Monárquica em Portugal! Apoiando ou partilhando ideias ultrapassadas, só poderá provocar ainda mais confusão junto dos Portugueses que até podem ter simpatia pela Monarquia!

6. Sejam Leais ao Rei e ao Princípio Monárquico por ele defendido: A DEMOCRACIA!

Quem não perceber isto, não avança, e politicamente está morto!

Nós, na Plataforma de Cidadania Monárquica, temos vindo a defender uma proposta realista de Monarquia para Portugal, no quadro de uma Democracia pluralista, respeitando os mais elementares Direitos Humanos. Nós, continuaremos a defender estes mesmos princípios, porque somos Leais ao nosso Rei e por isso mesmo, não temos o direito de contradizer, apresentando modelos poeirentos, obsoletos e sem sentido!

Queremos, portanto, apoiar todas as organizações reconhecidas pelo nosso Rei, nesta missão, na defesa dos Ideais que temos que defender, como sejam a Monarquia, com Democracia, com Liberdade, com Partidos Políticos, com Sociedade Civil, no exercício pleno de uma Cidadania Activa!

Contem connosco!

VALE A PENA VER DE NOVO: MONARQUIA NO CORREIO DA MANHÃ TV

Isto é como algodão e não engana: cada português para 1.58, enquanto cada espanhol paga 0.19 cêntimos para a monarquia. O governo espanhol transfere cerca de nove milhões por ano para a monarquia do país vizinho. No caso português são quase 16 milhões de euros, distribuídos por assessores, presidente da república e visitas do chefe de Estado.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

O PENSAMENTO REPUBLICANO É DE CURTO PRAZO, ATÉ AS PRÓXIMAS ELEIÇÕES


Visita à cidade de Braga - evento Jantar de Reis 2014 [18 e 19 de Janeiro de 2014].

A SINGULARIDADE DA MONARQUIA PORTUGUESA!

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Autor: Miguel Villas-Boas *

Portugal é um País quase Milenar, construído a golpes de espada e heroicidade que durante 771 anos (1139 a 1910) foi conhecido e reconhecido como Reino de Portugal e dos Algarves.
 
Caso único no Mundo é um facto que, desde Dom Afonso I Henriques, a Monarquia Portuguesa conheceu quatro Dinastias, todas elas pertencentes à mesma Família.
 
Portucale foi conquistada em 711 d.C pelos Mouros, mas logo em 868 d.C., o galego Vimara Peres, vassalo do Rei de Leão, Galiza e Astúrias reconquistou a região entre Douro e Minho, incluindo Portucale, e fundou o primeiro Condado de Portucale, assim designado para diferenciar do restante território, e que foi governado pelos seus descendentes, até à derrota de Nuno II Mendes pelo rei Garcia II da Galiza na Batalha de Pedroso, em 1071.
 
Falecido Garcia II, em 1091, o Rei Afonso VI de Leão e Castela retomou a unidade dos Estados Paternos. Porém, intensificaram-se as acometidas dos Almorávidas o que precipitou a distribuição dos poderes militares e por esta altura os territórios passaram para a administração de Raimundo de Borgonha casado com D. Urraca. Entregue a Raimundo, este, não conseguiu defender eficazmente a linha do Tejo – tendo perdido Lisboa que fora cedida aos Reis de Leão pelo califa de Badajoz. Assim Afonso VI decidiu fortalecer ainda mais a defesa militar ocidental, dividindo em duas a zona atribuída inicialmente a Raimundo, entregando a mais exposta a Henrique da Borgonha.
 
O nosso conde D. Henrique, apoiado pelos interesses políticos da Ordem de Cluny, imiscuiu-se estrategicamente e com ambição na política do Reino, conquistando a sua pretensão poder junto das Cortes. A fim de aumentar a população e valorizar o seu território, D. Henrique deu foral e fundou novas povoações, entre elas a vila de Guimarães, atraindo para ali, com várias regalias, muitos dos seus compatriotas francos.
 
Em Guimarães fixou D. Henrique a sua habitação, num Paço, dentro do Castelo que ali fora edificado no século anterior. Em 1112, faleceu o conde D. Henrique e, durante a menoridade do seu filho Afonso Henriques, a governação do condado passou para a viúva Dona Teresa.
 
Em 1121, esta, auto-intitulou-se «Rainha», mas os conflitos com o Clero e a sua relação com o fidalgo galego Fernão Peres, a quem entregara o governo dos distritos do Porto e Coimbra, originou a insurreição dos Portucalenses e do próprio filho o Infante D. Afonso Henriques, invariavelmente afastados, por forasteiros, da gestão dos negócios públicos.
 
Em 1125, com apenas 14 anos de idade, o efebo D. Afonso Henriques – conforme o uso e costume dos reis – arma-se a si próprio cavaleiro tornando-se assim guerreiro independente.
 
Em 1128, trava-se a Batalha de São Mamede entre os partidários do infante Dom Afonso e os de Peres de Trava, nobres galegos, aliados de sua mãe, Dona Teresa. Derrotada a mãe, D. Afonso Henriques assume integralmente os destinos do condado Portucalense.
 
Com duas frentes de Batalha – uma contra Leão e Castela, outra contra os mouros – Dom Afonso Henriques consegue uma importante vitória contra os muçulmanos na Batalha de Ourique, em 1139, e Declara a Independência. Nascia, assim, em 1139, o Reino de Portugal e a sua 1.ª Dinastia, com El-Rei Dom Afonso I Henriques de Borgonha.
 
O reino de Castela e Leão reconheceu no Tratado de Zamora a Independência de Portugal e por isso ocorreu, em 5 de Outubro de 1143, a Fundação da Nacionalidade portuguesa. Mas, o reconhecimento definitivo da Independência só ocorreria em 23 de Maio de 1179 com a Bula Manifestis Probatum, onde o Papa Alexandre III reconhece Dom Afonso I, então com 70 anos de idade e 51 de reinado, como Rex Portucalensis.
 
Assim, a 1.ª Dinastia descendeu inequivocamente do 1.º Rei de Portugal; já a 2.ª Dinastia, a de Avis, teve como fundador Dom João I, filho ilegítimo de Dom Pedro I – penúltimo monarca da Dinastia de Borgonha – e de Teresa Lourenço, sendo, portanto, Dom João I meio-irmão de Dom Fernando I, último rei da 1.º Dinastia.
 
Em 1383, El-Rei D. Fernando morreu sem um filho varão, que herdasse a coroa. A sua única filha era a infanta Dona Beatriz, casada com o rei Don Juan I de Castela. A burguesia mostrava-se insatisfeita com a regência da Rainha Dona Leonor Telles de Menezes e do seu favorito, o conde Andeiro e com a ordem da sucessão, uma vez que isso significaria a anexação de Portugal por Castela. As pessoas alvoroçaram-se em Lisboa, o conde Andeiro foi morto e o povo pediu ao Mestre de Avis, Dom João, filho natural de Dom Pedro I, que ficasse por regedor e defensor do Reino.
 
O período de interregno que se seguiu ficou conhecido como crise de 1383/85. Finalmente a 6 de Abril de 1385, Dom João, mestre da Ordem de Avis, é aclamado Rei pelas Cortes reunidas em Coimbra, mas o rei de Castela não desistiu do direito à Coroa de Portugal, que entendia advir-lhe do casamento.
 
Perante a revolta da população portuguesa em vários pontos e cidades do Reino de Portugal, o Rei de Castela, decidiu em 1384 entrar em Portugal. Entre Fevereiro e Outubro deste ano montou um cerco a Lisboa, por terra e por mar.
 
Uma frota portuguesa vinda do Porto enfrentou, a 18 de Julho de 1384, à entrada de Lisboa, a frota castelhana, na batalha do Tejo. Os portugueses perderam três naus e sofreram vários prisioneiros e mortos; no entanto, a frota portuguesa conseguiu romper a frota castelhana, que era muito superior, e descarregar no porto de Lisboa os alimentos que trazia. Esta ajuda alimentar veio-se a revelar muito importante para a população que defendia Lisboa.
 
O cerco de Lisboa pelas tropas castelhanas acabou por não resultar, devido à determinação das forças portuguesas em resistir ao cerco, ao facto de Lisboa estar bem murada e defendida, à ajuda dos alimentos trazidos do Porto e devido à epidemia de peste negra que assolou as forças castelhanas acampadas no exterior das muralhas.
 
Em Junho de 1385, Don Juan I decidiu invadir novamente Portugal, desta vez à frente da totalidade do seu exército e auxiliado por um forte contingente de cavalaria francesa, mas acabaria derrotado, na de boa-memória, Batalha de Aljubarrota.
 
A Batalha de Aljubarrota, na qual Portugal obteve uma vitória esmagadora, ocorreu ao final da tarde de 14 de Agosto de 1385 e opôs o exército português – e os seus aliados ingleses – capitaneado pelo Santo Condestável, Dom Nuno Álvares Pereira, contra o exército de Castela e Leão. Este acontecimento tão relevante da História de Portugal representa uma das raras grandes batalhas campais da Idade Média entre dois exércitos régios. No campo militar significou a inovação de uma táctica, onde os homens de armas apeados foram capazes de vencer a poderosa cavalaria medieval. No campo diplomático, permitiu a aliança entre Portugal e a Inglaterra, que perdura até aos dias de hoje.
 
A paz definitiva com Castela só veio a ser assinada em 1411 e para assinalar o acontecimento, Dom João I mandou iniciar, no local, a construção do Mosteiro de Santa Maria da Vitória, conhecido por Mosteiro da Batalha.
 
Resolvida a disputa que dividia o Reino de Portugal do Reino de Castela e Leão, seguiu-se o auge da Dinastia de Avis e foi tempo da afirmação de Portugal como Reino Independente. Iniciou-se umas das épocas mais grandiosas da História de Portugal, a época dos Descobrimentos, liderada por El-Rei Dom João I de Portugal e pela sua Ínclita Geração.
 
Extinta a Dinastia de Avis, com o falecimento do Cardeal-Rei Dom Henrique e a debandada de Dom António, Prior do Crato, provocada pelos castelhanos, o trono de Portugal passou para Filipe II de Espanha, I de Portugal, e que originou a 3.ª Dinastia, a Filipina ou dos Habsburgos. Filipe I de Portugal era filho de Dona Isabel de Portugal, irmã do Cardeal-Rei e de Dom João III, e portanto neto do Rei Dom Manuel II de Portugal.
 
Entende-se que de acordo com a Lei e o Direito Consuetudinário portugueses, Filipe, sendo um Príncipe estrangeiro, não tinha direito ao trono português, tanto mais que havia, segundo estas leis do País um candidato natural e legítimo: Dona Catarina, Duquesa de Bragança, e tal como Filipe I, neta d’ El-Rei Dom Manuel II.
 
Recorde-se que a Sereníssima Casa de Bragança teve a sua fundação em Dom Afonso I, filho ilegítimo de Dom João I e de Inês Pires, uma mulher solteira. Tendo sido legitimado pelo Rei que lhe concedeu o título de conde de Barcelos, Dom Afonso contraiu matrimónio com a filha de Dom Nuno Álvares Pereira, Dona Beatriz Pereira Alvim. Mais tarde, já na regência do seu meio-irmão Dom Pedro, foi por este concedido a Dom Afonso, o título de Duque de Bragança. Assim a Revolta de 1640 não veio mais do que, pondo os pontos nos is, repor a legalidade.
 
Com a revolução Liberal no século XIX surgiram, dentro da Dinastia de Bragança, dois ramos reais: o Liberal de Dom Pedro IV e o Legitimista de Dom Miguel I.
 
À descendência do rei Dom Pedro IV dá-se o nome de “Bragança-Saxe-Coburgo e Gotha” pelo facto dos seus reais membros descenderem do casamento da Rainha Dona Maria II, da Casa de Bragança, com o príncipe D. Fernando II, da Casa de Saxe-Coburgo e Gotha e foi este ramo que reinou em Portugal até ao derrube da Monarquia pela revolução republicana de 5 de Outubro de 1910. O último Rei de Portugal, Dom Manuel II, faleceu no exílio, em 1932, sem descendência.

Por tudo isto e apesar de terem existido Quatro Dinastias a reinar em Portugal, todas representaram uma continuidade do primeiro Monarca, El-Rei Dom Afonso I e, mesmo, fruto da política de casamentos muitas das Casas Reais Europeias descendem deste antepassado comum, assim como de São Nuno de Santa Maria.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

IN MEMORIAM - AUGUSTO DE ATHAYDE

Augusto de Athayde Soares d' Albergaria deixou-nos hoje (25/02/2014). Nasceu em São Miguel, Ponta Delgada, em 4.04.1941. Os Açores, o Brasil e Lisboa marcam a vida de Augusto Athayde que teve no Direito, na história e na literatura as suas grandes paixões. Nascido no seio de uma “típica família tradicional”, uma das suas obras, o "Percurso Solitário", "fala-nos de uma Lisboa também remota, que atravessa no caminho das “agruras da vida real”. A educação de há meio século num grande colégio é evocada com um olhar de carinho. As lembranças da vida universitária dão lugar a uma descrição de confrontos ideológicos e políticos que agitaram a juventude daqueles tempos, mergulhada, designadamente, nas crispações das guerras de África. Figuras e acontecimentos dos primeiros anos de maturidade – que decorrem num cenário de fim de época – vão passando sob a observação do autor, que encerra a obra com a lembrança dos tempos em que fez parte de um Governo que, frustrando muitas esperanças, acabou por criar condições em que a revolução se tornou inevitável.".

A Família informa que será rezada Missa hoje, às 11:15 horas, na Igreja das Mercês, em Lisboa.

Publicado por Pedro Quartin Graça, em Estado Sentido

A POPULARIDADE DAS MONARQUIAS


A Monarquia Constitucional Parlamentar apresenta-se como um modelo tão funcional nos Países Europeus e Japão que regista um Alto Índice de Popularidade:
 
. Reino Unido: 78%
. Holanda: 75%
. Dinamarca: 77%
. Espanha: 54%
. Bélgica: 70%
. Luxemburgo: 70%
. Mónaco: 70%
. Noruega: 80%
. Liechtenstein: 70%
. Suécia: 70%
. Japão: 82%
 
Tendo em atenção a exigência que os povos destes países supracitados estabelecem em relação aos seus sistemas de governo, não é de somenos importância a análise de índices tão altos de popularidade do regime da Monarquia Constitucional Parlamentar, seja ela não executiva ou executiva.
 
Também demonstra que a propaganda de que a popularidade deste sistema de governo está em queda não passa de uma mentira mal-intencionada que pretende fazer o trabalho das agendas das minorias separatistas e interesseiras que existem nalguns reinos.
 
De facto, a Monarquia contribui para a estabilidade, porque um Rei independente de calendários políticos e das mudanças na política partidária, funciona como um símbolo de união. Isso influiu no progresso das instituições, que, auxiliadas pelo Rei, tornam as suas intenções livres da nebulosidade e da suspeita.
 
Com a figura do Rei que exprime a virtude da dedicação ao bem comum e, como tal, incapaz de iludir os cidadãos da Nação, a Comunidade vai fazer repercutir nas instituições democráticas essa ordem.

Fontes: The Guardian; Daily Telegraph; Global Post
 

O PORTUGUÊS É ACTUALMENTE A QUARTA LÍNGUA MAIS FALADA NO MUNDO

O português é actualmente a quarta língua mais falada no mundo, segundo dados apresentados  na exposição “Potencial Económico da Língua Portuguesa” em exibição no Parlamento Europeu.
Esta exposição,  do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua e de uma equipa de investigadores do ISCTE/IUL – Instituto Universitário de Lisboa, tem como missão rentabilizar e projectar o valor de mercado da língua portuguesa através do Parlamento Europeu, em Bruxelas.
A exposição, que tem em conta os conteúdos do estudo realizado por investigadores do ISCTE, sob a coordenação de Luís Reto, está patente de 18 a 21 de Fevereiro.
A língua portuguesa atingiu a sua plena identidade linguística no início dos Descobrimentos, no século XV, e hoje é usada por mais de 250 milhões de pessoas como idioma oficial.
Este universo de falantes representa mais de 7% da superfície continental da Terra. São oito os países de língua oficial portuguesa, Portugal, Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, todos eles países “plantados à beira-mar” e que representam 4% da riqueza mundial.
Tudo indica que em 2050, mais 100 milhões de pessoas se vão juntar ao número de falantes de português. 350 milhões vão manter a língua portuguesa no topo de idiomas mundiais, a terceira mais falada na Europa, depois do inglês e do espanhol.
O português é ainda uma das línguas que regista uma das taxas de crescimento mais elevadas nas redes sociais e na aprendizagem como língua estrangeira.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

DA REPRESENTAÇÃO DO TODO NACIONAL


A legitimidade da representação do todo nacional deve situar-se idealmente num plano mais profundo do que a facção e a ambição. A resposta a esta procura, atestada por muitos séculos, comprovadas as pessoas, homens ou mulheres, é a hereditariedade. A representação do todo nacional e do Estado não é tarefa para o desejo, não é uma questão de opinião, porque não deverá entrar no campo da luta de facções ou ser meta para alguma ambição pessoal. Estas condições são próprias da instituição monárquica, enquanto representa a História, o Estado e a Comunidade nacional, pois é serviço livremente aceite e não meta a ambicionar.
Pedro Correia

POR QUE SOU MONÁRQUICO?

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Poderia começar esta breve reflexão dizendo apenas: Perguntem à República!

Mas é muito mais do que isso. Trata-se de uma constatação de factos óbvios e irrefutáveis.

- Foi a República que nos trouxe à actual situação!

Mas, verdadeiramente, sou Monárquico, porque vejo na Família Real Portuguesa uma ligação com a História de Portugal, um País que lutou pela sua Liberdade e Independência, mais do que uma vez! E é muito mais do que por uma razão Histórica. Trata-se de constatar a realidade das Monarquias Europeias e outras, que são regimes democráticos e com elevados níveis de desenvolvimento, o que lhes permite, por exemplo, encarar melhor situações mais difíceis.

Não se trata apenas de ter uma Família Real!

Trata-se de todo um sistema que funciona com base na confiança entre os Cidadãos e as suas Instituições Representativas!

Certa vez escrevi, que a Monarquia é um Projecto de Democracia Real. E é mais do que isso: é a criação, continuação e garantia da continuidade de um projecto nacional forjado pela História, que nos trás experiência, pelo seu ADN, e que nos ensina no momento presente a prepararmos o futuro com realismo, com responsabilidade e com orgulho patriótico! E neste projecto cabem todos os Portugueses, não importa que ideologia defendem. Acima de tudo, precisamos, urgentemente, de defender Portugal!

É por isso que sou Monárquico! Porque quero lutar por um País melhor! E comparando a época da Monarquia, com a época republicana, as diferenças são tão óbvias que nem merecem discussão. E estou certo que a Democracia, o Sufrágio Universal, a Escolaridade para todos os Portugueses, a Separação da Igreja, do Estado, etc, etc, mais cedo ou mais tarde iriam se dar no século XX. E não teria sido necessário derramamento de sangue, anarquia, ditaduras e conflitos armados.

Hoje, Portugal precisa de uma mudança que lhe garanta um futuro. Acredito que a Monarquia é a solução, e aqui estou, na linha do serviço, com Lealdade à Família Real Portuguesa, procurando lutar por um futuro que garanta a viabilidade de Portugal, como Nação Livre e Independente! Viva o Rei Dom Duarte! Viva Portugal!

Sou um Cidadão Monárquico Português, com muito orgulho!

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

O REI CHAMA PELA NAÇÃO!

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Depois de ver um vídeo como este, nenhum Português, digno desse nome e dos seus antepassados que lutaram por esta terra ser livre, admite continuar a sustentar o regime republicano em vigor e certamente, não quererá mais nenhum igual aos anteriores!

Ao fim de 3 regimes republicanos – um quase anárquico, outro ditatorial e o actual corrupto (creio ser o termo mais adequado) – os Portugueses têm que pensar sobre o seu futuro enquanto Nação.

A primeira pergunta que eu faria é esta: É ISTO QUE EU QUERO PARA OS MEUS FILHOS E NETOS? (quem os tiver, claro!)

A segunda pergunta que eu faria é esta: QUE PAÍS QUERO EU?

A terceira pergunta que eu faria é esta: O QUE POSSO FAZER PARA MUDAR?

A quarta pergunta que eu faria é esta: COMO POSSO AJUDAR A MUDAR?

Naturalmente, poderiam surgir outras perguntas.

Mas estas são o suficiente e eu próprio, como Cidadão Português, e não “cidadão republicano português”, vou dizer com franqueza as minhas respostas.

Respondendo à primeira questão:

- Eu, não quero sustentar um regime, cujo o único interesse é proteger os interesses paralelos e não proteger e salvaguardar o bem geral da Nação Portuguesa. Nenhum regime político pode sobreviver sem ter a confiança dos Cidadãos e estes, devem quebrar o laço de confiança nas actuais Instituições minadas por grupos de interesse duvidosos!

Respondendo à segunda questão:

- Eu quero um País com um futuro pela frente, com uma classe política responsável e responsabilizada, com os lobbies controlados pela Lei, com uma nova Constituição, novas Instituições, onde reine a transparência e a boa-fé em todos. Estarei a sonhar demasiado alto? Talvez! Mas nada se conseguiu alguma vez na História, se não tivessem existido os visionários, os sonhadores, os filósofos, os cientistas, os artistas, os Estadistas, etc. Porquê que eu, como simples Cidadão Português não posso sonhar em viver sob um regime político Monárquico, Democrático e que este garanta o futuro que tanto anseio para mim e para todos os Portugueses?

Respondendo à terceira questão:

- O que posso fazer para mudar, é participar nas ruas, nas redes sociais, junto da família, junto dos amigos, junto dos colegas de profissão, em toda a nossa vivência e convivência. Falar na hipótese da Monarquia, como uma esperança renovada em algo que já fomos no passado e que ambicionamos retomar no futuro, a médio ou a longo prazo, mas que acreditamos que seja possível. Portugal só está condenado a desaparecer, se os Portugueses perderem a Fé naquilo que nos trouxe até hoje. Somos assim tão passivos, que já não sabemos combater injustiças? Os nossos antepassados lutaram pela nossa Liberdade como Reino Independente, o qual se espalhou pelos 4 cantos do mundo. Vamos fazer de conta que o seu sacrifício foi em vão?

Respondendo à quarta questão:

- Como posso ajudar a mudar o país? Acabei de o dizer e somando a isso, apoiar as Organizações que defendem a Restauração da Monarquia em Portugal, como seja a Causa Real e as Reais Associações! Ou então, apoiar as iniciativas online na Net e partilhá-las, imprimir textos, divulgá-los, usar a imaginação, pois é assim que se fazem as mudanças! A República não permite o referendo “Monarquia ou República”. Forcêmo-la então! São os Portugueses que têm que quebrar o Pacto Social com esta República. São os Portugueses que devem estabelecer um novo Pacto, com a Casa Real Portuguesa e refundar as Instituições Representativas, com a separação dos poderes Executivo, Legislativo e Judicial, redigindo uma nova Lei Fundamental! Apelemos às Elites da Nação, para que se apresentem na frente de combate, para salvarmos Portugal, enquanto é tempo!

O Rei chamou!

Digamos PRESENTE!

Por Portugal!

Viva o Rei!

TERTÚLIA FIM DO IMPÉRIO

Fonte: O Adamastor

domingo, 23 de fevereiro de 2014

S.A.R., DOM DUARTE DE BRAGANÇA NA APRESENTAÇÃO DA TERTÚLIA TAUROMÁQUICA DOM MIGUEL I EM 1979

S.A.R. D. Duarte de Bragança honrou-nos com a sua presença no Solar do Vinho do Porto na festa de apresentação da Tertúlia Tauromáquica D. Miguel I

Era Dezembro de 1979, tínhamos todos 20 anos e foi ao balcão do"Gambrinus", algumas imperiais depois (servidas pelo velho Domingos), que nasceu a ideia de formarmos a Tertúlia Tauromáquica D. Miguel I. Eu e mais três bons amigos. O Vítor Escudero, meu amigo de infância, filho do saudoso Manolo Escudero, o braço-direito de Manuel dos Santos e um dos fiéis pilares da empresa do Campo Pequeno (falecido no mesmo acidente em Vendas Novas onde também morreu o antigo matador e empresário); o José da Cunha Motta, que era um jovem monárquico e um grande aficionado; e o João Pedro Núncio Cecílio, neto de Patrício Cecílio, o grande mestre dos toureiros, da Golegã.

Dizíamos na nota de apresentação que enviámos aos orgãos de Comunicação Social que "não somos nem pretendemos ser os salvadores da Festa, mas estamos cientes de que contribuiremos para que a Festa se salve", frisando que surgíamos "para marcar uma presença jovem neste tão atribulado mundillo dos toiros, numa altura em que a Festa atravessa um momento que de modo algum poderemos considerar dos melhores, já que as fraudes, as adulterações e as mais diversas jogadas se vão fazendo nas costas do público aficionado".

"Ao designarmos a nossa tertúlia de D. Miguel I quisemos de uma forma despretenciosa, mas significativa, homenagear aquele que foi o Rei-Toureiro e cuja alma era o reflexo da alma nacional", explicámos.

"Defender a verdade, a dignidade, a pureza e a seriedade da Festa de Toiros, bem como propagandeá-la e prestigiá-la na sua dimensão inequivocamente tradicionalista e representativa dos mais verdadeiros e elementares valores morais e culturais desta Pátria e deste Povo com mais de oitocentos anos de História" eram os objectivos primordiais e as intenções que nos faziam avançar.

Anunciámos também a atribuição anual do "Prémio Tertúlia Tauromáquica D. Miguel I" e o primeiro distinguiu o Grupo de Forcados Amadores de Santarém. Explicámos porquê: "Ao atribuirmos o nosso prémio aos homens das jaquetas de ramagens, queremos não só homenagear os seus actuais elementos, que tantas tardes de glória têm alcançado nestas últimas épocas, com especial relevência para a deste ano, mas também relembrar esses grandes forcados que foram Ricardo Rhodes Sérgio, Jorge Duque, Mascarenhas, Mário Brilhante, José Manuel Souto Barreiros e tantos outros".

A apresentação oficial da Tertúlia D. Miguel I teve lugar a 18 de Dezembro desse ano de 1979 no carismático Solar do Vinho do Porto, na Rua de São Pedro de Alcântara (Lisboa), com um "Porto de Honra" que reuniu a fina-flor da crítica taurina, alguns toureiros - entre os quais, o então promissor Vitor Mendes - e que teve a honrosa e especial presença de S.A.R. O Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança. O troféu aos Forcados de Santarém foi entregue a Carlos Empis, ao tempo seu cabo.

Correu tudo às mil maravilhas, mas a verdade é que nos anos seguintes a Tertúlia foi "adormecendo", talvez por que outros valores se levantaram nas nossas vidas e o tempo foi faltando, até praticamente desaparecer. Realizámos mais alguns eventos, mas depois "fechámos a porta".


Anos mais tarde, em Janeiro de 1991, o jornalista e crítico taurino Manuel de Andrade Guerra, nosso querido amigo, retomou as rédeas da Tertúlia Dom Miguel I, que passou então a utilizar a designação de Real Tertúlia com a concordância expressamente manifestada por S.A.R., O Duque de Bragança. Até hoje.

Miguel Alvarenga


Carlos Empis, cabo dos Forcados de Santarém, os nossos primeiros premiados, na festa de apresentação da Tertúlia D. Miguel I, com S.A.R. o Duque de Bragança, João Alarcão e o jornalista Hernâni Saragoça.

Símbolo da Real Tertúlia

Farpas Blogue - Real Associação do Médio Tejo

DUQUE DE CASTRO RECEBIDO PELO MINISTRO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS

 
Príncipe Carlos de Bourbon-Duas Sicílias, Duque de Castro, com o Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal Dr. Rui Machete
Lisbon – 6 February 2014. The Minister of State and of Foreign Affairs of the Portuguese Republic, His Excellency Rui Machete, received at the Necessidades Palace in Lisbon HRH Prince Charles of Bourbon Two Sicilies, Duke of Castro and Grand Master of the Sacred Military Constantinian Order of St George.
After receiving a formal welcome to Portugal, the Duke of Castro outlined to the Foreign Minister a number of the charitable, humanitarian, hospitaller and inter-religious project undertaken globally by the Constantinian Order. The Duke also announced his intention for the Constantinian Order to adopt for charitable purposes several projects in Portugal and expressed his desire to promote more widely the worthy goals of the Order across Portugal.
Attending the meeting were the Delegate of Portugal of the Sacred Military Constantinian Order of St George His Excellency Baron Miguel Horta e Costa and the Grand Magistral Delegate Inter-Religious Relations, HE Mr Anthony Bailey, OBE.

sábado, 22 de fevereiro de 2014

REAL ASSOCIAÇÃO DO PORTO ORGANIZA A TAÇA "DUQUE DO PORTO" EM GOLFE


A Real Associação do Porto vai organizar, no âmbito das comemorações dos seus 25 anos, a TAÇA DUQUE DO PORTO.
 
Trata-se de um Circuito de Golfe com 6 Torneios de Qualificação e 1 Final a ter lugar nos Campos da Estela, de Ponte de Lima, de Vale Pisão, de Miramar, de Vidago e de Amarante.

O primeiro Torneio de Qualificação é já no dia 8 de Março na Estela.

Todos os Torneios serão jogados na modalidade Singulares Stableford e com 3 categorias - adultos homens e senhoras, e jovens até aos 21 anos (inclusivé).

Haverá prémios para os 1ºs Net de cada uma das categorias e o 1º Gross geral, além do Nearest to the Pin e do Longest Drive. No final de cada Torneio haverá ainda um sorteio de brindes com o apoio de várias empresas.

Em cada Fase de Qualificação serão apurados para a Final 12 jogadores - os 2 melhores Gross, os 4 melhores Net, as 2 melhores Senhoras, os 2 melhores Jovens e 2 outros jogadores serão apurados através de sorteio.

O vencedor do Circuito TAÇA DUQUE DO PORTO será o jogador que vença o prémio do 1º Net da Final.

Os associados dos clubes onde se realizam as provas deverão informar-se oportunamente nos respectivos clubes das condições de participação.



SUA ALTEZA REAL O SENHOR DOM DUARTE COM O ARTISTA BRACARENSE OSCAR CASARES

 
Oscar Casares com Sua Alteza Real Dom Duarte Pio, Duque De Bragança

Carta a Oscar Casares de SS.AA.RR o Duque e a Duquesa de Bragança:

“...Vimos dar-lhe os parabéns... em como conseguiu criar uma obra tão completa em todos os campos artísticos…!
Parabéns mais uma vez, pela sua obra e pelo exemplo de criatividade, bom gosto e profundidade que transmitiu a Portugal e que de certeza, inspirou tantos Portugueses…”.

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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

DOM ANTÓNIO FRANCISCO DOS SANTOS, BISPO DE AVEIRO, É O NOVO BISPO DO PORTO

O ainda bispo de Aveiro vai ocupar a diocese do Porto, que está vaga desde que D. Manuel Clemente foi nomeado Patriarca de Lisboa.

D. António Santos foi nomeado esta sexta-feira bispo do Porto.

O actual bispo de Aveiro sucede assim a D. Manuel Clemente, que deixou vaga a Sé do Porto quando se tornou Patriarca de Lisboa em Julho de 2013.

D. António dos Santos tem 65 anos e é natural de Cinfães e foi ordenado padre em 1972.

É formado em Filosofia e Sociologia, tendo estudado em Paris.

Foi nomeado bispo em 2004, tendo sido auxiliar em Braga até 2006, altura em que foi indicado para Aveiro. O seu lema episcopal é “In Manus Tuas”, que significa, “Nas tuas mãos”.

A sua missão em Aveiro fica marcada por iniciativas inéditas como as Férias com Deus, um projecto pastoral nas praias de Aveiro. Destaque também para a revitalização das comunidades cristãs e diálogo com a sociedade – acções integradas na Missão Jubilar que lançou o ano passado, por altura dos 75 anos da restauração da Diocese de Aveiro.

Actualmente, na Conferência Episcopal, D. António Francisco dos Santos é um dos membros do conselho permanente e também preside à Comissão da Educação Cristã e Doutrina da Fé.

Novo bispo de Porto quer ser “apóstolo da bondade, da proximidade e da simplicidade”

Foto LFS_Agência Ecclesia
D. António Francisco dos Santos despede-se de Aveiro com gratidão e vai para o Porto com alegria e confiança. 

“Servir a todos a chegar a todos, com simplicidade”, são as prioridades de D. António Francisco dos Santos, o bispo de Aveiro escolhido pelo Papa Francisco para liderar a diocese do Porto. Em entrevista à Renascença, conta como vive esta surpresa, dá graças pela Igreja do Porto e começa a despedir-se da diocese em que, diz, aprendeu a ser bispo e serviu durante oito anos.

Como é que recebeu esta nomeação?
Como uma surpresa. Perante a decisão do Santo Padre, só consegui colocar-me de joelhos diante de Deus e colocar-me nas mãos de Deus. Esta surpresa inquieta e ao mesmo tempo desafia.

Por outro lado, sentia-me e sinto-me tão feliz em Aveiro, ao ver esta Igreja de Aveiro caminhar. Aqui vivi e trabalhei e servi como bispo durante oito anos, senti esta Igreja crescer na alegria do Evangelho, mobilizar-se para a missão nessa experiência extraordinária que foi a missão jubilar.

Diante de mim, nos projectos humanos, tinha desafios a envolver toda a comunidade cristã e toda a diocese, mas esta surpresa de Deus obriga-me e desafia-me a colocar-me nas suas mãos, como é o meu lema episcopal.

Apesar da dor da separação desta igreja de Aveiro, agora é tempo de olhar o futuro com confiança e partir com alegria ao encontro da Igreja do Porto.

Neste momento, o que gostaria de dizer àquela nova parcela do povo de Deus que lhe vai ser confiada, que é a Diocese do Porto?
Gostaria de lhes dizer que estou com eles em nome de Deus, para os olhar com os olhos de Deus, para os servir como Deus os ama e para ser próximo, testemunhar a alegria da fé e o anúncio do Evangelho e caminhar nesta missão da Igreja, em comunhão com o Papa Francisco e agradecendo a Deus pelo dom maravilhoso que é a Igreja do Porto.

A alegria e generosidade com que vou ao encontro desta Igreja diz-me que é grande o testemunho cristão da Igreja do Porto e que é imensa a missão que se depara pela frente. Por isso, conto com todos aqueles que espelham no seu rosto o amor de Deus e aqueles a quem é necessário levar este testemunho. Queria ser apóstolo da bondade, da proximidade e da simplicidade, ao jeito terno e materno de Maria e fazer da Igreja este rosto de presença e este rosto do amor de Deus, que chegue a todos, que vá a todas periferias: as periferias do coração, da existência, das realidades temporais.

Desde já agradeço a Deus o dom que constitui a Igreja do Porto e peço a todos que me abençoem para ser bispo ao jeito de Cristo, Bom Pastor

Quais serão as suas prioridades para a Diocese do Porto? Essencialmente, dar- me de coração generoso, a tempo inteiro, ao serviço de todos para o bem de todos. Ser presença do amor de Deus no coração da cidade, das aldeias e das vilas, ser testemunho e irmão junto dos sacerdotes, dos diáconos, dos consagrados e dos leigos. Trabalhar na comunhão fraterna com os bispos auxiliares e com todos quantos constroem a beleza do Reino de Deus no Porto.

O seu lema episcopal é “In manus tuas”. É um lema que vai manter no Porto?
É um lema que me acompanha em todo o meu caminho de cristão, de irmão, de servidor e de bispo. É um lema que exprime os sentimentos que me unem a Cristo e à sua cruz e me colocam sob o olhar da Mãe de Jesus, a Senhora da Conceição, padroeira do Porto.

Ao longo destes anos, pelos cargos que foi desempenhando na conferência Episcopal, esteve sempre muito ligado à educação e às vocações. São áreas a que vai manter uma ligação especial?
São prioridades essenciais de toda a missão da Igreja. A educação da fé e o serviço da pastoral vocacional são realidades transversais a toda a vida da Igreja.

Nesta hora que também é de despedida de Aveiro, que palavras gostaria de deixar aos seus diocesanos?
Queria dizer obrigado ao Senhor pela beleza da diocese de Aveiro. Em Aveiro, aprendi a ser bispo para eles e irmão com eles, com todos. Não há palavras que esgotem a dimensão da minha gratidão e a alegria de ser bispo nesta Igreja de Aveiro e de daqui partir, ajudado e ancorado pela oração pela amizade pelo testemunho e pela certeza de uma presença permanente de todos os diocesanos de Aveiro, desde os sacerdotes, aos diáconos, aos consagrados, aos leigos e à sociedade civil com que vivi uma relação de diálogo, activo e interventivo.

Aveiro permanecerá no meu coração e eu sei que também permaneço na amizade e na oração de todos.



ASSASSINOS! ASSASSINOS!

acima
A aprovação, expectável face à decomposição moral da Bélgica, da eutanásia para crianças, não pode nem deve permitir o nosso silêncio! Como um belga gritou no Parlamento, a plenos pulmões, também quero gritar com ele: Assassinos! Este grito de revolta deveria ecoar por todo o mundo civilizado…. O silêncio complacente torna-nos coniventes para com este gravíssimo ataque à vida e dignidade humanas.
Sim, a eutanásia em geral, e em particular aplicada às crianças, é um crime hediondo.
Como é possível que se legalize o que não passará nunca de um crime?
Que país é este, que Europa é esta?
A decomposição do Ocidente galopa a tal velocidade que já nada nem ninguém pode pôr freio.
A vida humana não é mais respeitada, desde a sua concepção, hoje manipulada e tornada uma espécie de engenharia biológica,  a que se pode dar fim como e quando se quiser, desde que não venha no momento oportuno ou com o padrão imaginado.O aborto generalizou-se. Tornou-se gratuito. E chega a ser promovido como “ conquista civilizacional”.
E o fim da vida já não se aguarda como um fim de percurso e início de outro, a eternidade. Promove-se a eutanásia, legaliza-se e apoia-se. E até já se faz ao domicílio!
E que dizer do abandono dos velhos, sobretudo se não são ricos e, por cima, doentes ou limitados na sua autonomia?
Que dizer das simulações de “ casamentos” entre pessoas do mesmo sexo, contrariando a lei natural? E quem ousar defender o que  caracteriza , neste ponto fulcral,todas as culturas e civilizações, é perseguido por “homófobo”, insultando-nos e ameaçando como se ter opiniões diferentes, em democracia , fosse crime!
A Bélgica, ao aprovar este crime, não regrediu. Morreu como país civilizado.
Neste momento dolorosamente tremendo para a “ civilização do amor”, não posso deixar de invocar um belga de excepção, uma referência moral  para todos nós, homens e mulheres do século XXI, um Homem sem medo : O Rei Balduíno! Que este santo interceda pela Bélgica e por todos nós. Que o seu exemplo de vida nos anime e reconforte.

Carlos Aguiar Gomes
(Presidente da Associação Famílias)

COMEMORAÇÃO DOS 724 ANOS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA


A QUESTÃO DE OLIVENÇA E AS SELVAGENS


"...Onde, em rigor, os espanhóis não têm razão alguma, é na questão de Olivença e nas Selvagens.

A Praça de Olivença foi tomada na curta e infeliz “Guerra das Laranjas”, em 1801, inspirada num indecoroso acordo entre Napoleão e a Corte Espanhola, onde pontuava o valido Manuel Godoy.

Para mal dos nossos pecados a rendição de Olivença também foi feita de um modo militarmente indecoroso. Assinou-se um mal alinhavado “Tratado de Badajoz” no qual Lisboa cedeu a Praça.

Com a 1ª Invasão Francesa, em 1807, quebraram-se parte dos compromissos em que o tratado se firmara, pelo que o governo português logo reivindicou a vila e seu termo e declarou nulo o tratado.

Tal veio a ser confirmado na Conferência de Viena, de 1815, em que a Espanha (que só o assinou em 1817) se comprometeu a devolver o território, português desde o Tratado de Alcanizes, de 1297, o que até hoje não fizeram, tendo o cuidado de “espanholizar” toda a nossa população (muita da qual se retirou do território) e cuidando, até há pouco tempo, de fazer desaparecer a maioria das marcas lusas.

Quanto às Selvagens o caso ainda é mais caricato, se tal é possível dizer.

Os nossos navegadores foram até lá pela primeira vez em 1428 e sempre a área foi por nós frequentada. As Canárias foram cedidas a Castela pelo Tratado de Alcáçovas/Toledo, de 1479/1480, após um contencioso que se arrastava desde 1340. Mas as Selvagens não fizeram parte do “pacote”.

Só a partir de 1911, sem qualquer argumento válido e credível, “nuestros hermanos” – que de irmãos têm muito pouco – começaram a pôr em causa a nossa soberania.
Em 1938 a Comissão permanente do Direito Marítimo Internacional confirmou a soberania portuguesa.
O Estado Português tornou-as reserva natural, pertencentes ao Parque Natural da Madeira, criado em 1971.

O Arquipélago é constituído pela Selvagem Grande, Pequena e Ilhéu de Fora, num total de 2,73 Km2, atingindo 163 metros de altura. Tem dois guardas residentes e uma habitação de residência temporária de uma família do Funchal.

Está situado a 250 Km da Madeira, 165 Km das Canárias e 250 Km da costa africana; administrativamente fazem parte da freguesia da Sé, Concelho do Funchal.

Fez bem o PR em ir lá dormir uma noite escoltado por navios da nossa esquadra, numa afirmação de interesses e soberania, incontroversa.

Nesta linha se deve realizar o exercício militar previsto, para breve, na área.

E bom seria que a Diplomacia não dormisse (os chefes militares também não) e o Governo não tergiversasse, procurando tirar proveito das contradições insanáveis em que Madrid se enleia, em favor dos nossos interesses.
É mister, ainda, tomar a iniciativa – que há muito tarda – de, na próxima cimeira Luso-Espanhola (não Ibérica), começar por dizer aos ministros espanhóis que queremos ser amigos da Espanha “à moda de Navas de Tolosa e do Salado” e não de outra maneira; que desviem o olhar das Selvagens e que cumpram o que se obrigaram após 1815, pois OLIVENÇA É TERRA PORTUGUESA! "
João J. Brandão Ferreira

in "AS NOSSAS ILHAS SELVAGENS DISPUTADAS NO JOGO GEOESTRATÉGICO", Rainer Daehnhardt, Brandão Ferreira...

Mais uma novidade da Apeiron, disponível a 28 Fevereiro

PRÉ-ENCOMENDA c/20% desconto = 8,16€
(preço editor=10,20€)

Para encomendar: Indicar nome, morada, se por transf. bancária (sem custos) NIB: 0033 0000 0022 5323 62905, ou à cobrança (acresce 2,90€), e enviar para apeiron.edicoes@gmail.com

Nota: A sua encomenda é sempre confirmada pela Apeiron edições. Os custos de envio são suportados pela editora.





quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

CERIMÓNIA DA ENTREGA FORMAL DO QUADRO DA PRINCESA SANTA JOANA AO MUSEU DE AVEIRO


REAL DE LISBOA ATRIBUI MEDALHAS DE MÉRITO A DOIS ASSOCIADOS EXEMPLARES

Foto de Real Associação de Lisboa.Foto de Real Associação de Lisboa.
Decidimos atribuir este ano a Medalha de Mérito da Real Associação de Lisboa a dois associados que dispensam apresentações e nos merecem a maior admiração e estima pela dedicação à divulgação do Ideal Monárquico: Gonçalo Ribeiro Telles e Maria Augusta de Menezes. A entrega do referido galardão terá lugar na assembleia geral do dia 8 de Março.
 

AMANHÃ EM CASCAIS: "EX-VOTOS MARÍTIMOS, UMA REALIDADE CULTURAL DE ÍNDOLE RELIGIOSA"


"Ex-Votos Marítimos, uma realidade Cultural de Índole Religiosa" | Palestra dia 21 Fevereiro às 17H00 no Museu do Mar Rei D. Carlos 

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

BOMBEIROS VOLUNTÁRIO DE LISBOA, COMENDADORES DA ORDEM DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO DE VILA VIÇOSA

Comenda da Real Ordem Militar de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa
Momento da imposição por S.A.R. Dom Duarte Pio o Duque de Bragança no Estandarte da Real Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Lisboa da Comenda
 Guarda de Honra do Estandarte da Real Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Lisboa, composta pelo Adjunto QH Mário Rui, Bombeiro 1ª Hugo Simões, Bombeiro 2ª Pedro Moreira e Bombeiro 3ª Rui Abreu 
 Cerimónia religiosa presidida por Sua Excelência Reverendíssima a Patriarca de Lisboa Dom Manuel Clemente
 Momento da entrega por S.A.R. Dom Duarte Pio o Duque de Bragança ao Presidente da Real Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Lisboa Dr. Pedro Montargil o Visconde de Montargil da Carta de Comendador Honorário da Real Ordem Militar de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa.

REVISTA SIM: OS DUQUES DE BRAGANÇA FORAM, NOVAMENTE, OS CONVIDADOS DE HONRA DO JANTAR DE REIS

 
D. Duarte Pio de Bragança e D. Isabel de Herédia foram, novamente, os convidados de honra do Jantar de Reis, organizado pela quinta vez consecutiva.

D. Duarte esteve em visita pela região durante o dia e teve a oportunidade de alertar para a “necessidade urgente de preservação do património edificado”, lembrou também que “só apostando na tradição nacional o país se reerguerá”. “O estado deveria financiar a recuperação de espaços importantes como este, um símbolo para a cidade de Braga. Mas se não cumpre a sua obrigação, temos que ser nós a fazê-lo”, lamentou, acrescentando que “estamos a perder as nossas referências. Este jantar permite relembrar às pessoas que temos produtos e tradições fantásticas em Portugal. Sempre defendi a sua preservação.”

Manuel Beninger, do PPM Braga, estava satisfeito com a adesão ao jantar e com o objectivo, mais uma vez, cumprido. “Neste dia, promovemos acima de tudo a marca Portugal. Estão presentes várias confrarias nacionais, grupos populares, produtos regionais de excelência. Acima de tudo, este dia é um dia de exaltar o que melhor se faz no país e lutar um pouco contra a falta de valores e crise de identidade a que assistimos diariamente. D. Duarte personifica a defesa do que é português”, defende Manuel Beninger.

O proveito do jantar que reuniu mais de 350 pessoas reverteu a favor da Confraria do Sameiro, responsável pela recuperação do telhado do Sameiro. D. Jorge Ortiga, Arcebispo Primaz de Braga era um homem feliz com mais uma demonstração de solidariedade, porque permitirá conservar “património icónico de uma região. Temos que dar os parabéns por esta iniciativa.”