DEBATE EM LISBOA NO DIA 1 DE OUTUBRO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO
Autor: Nuno A. G. Bandeira

Tradutor

terça-feira, 27 de setembro de 2016

DUQUE DE BRAGANÇA PADRINHO DE BAPTISMO DE CARLOS DE BOURBON-PARMA


S.A.R. Dom Duarte Pio de Bragança padrino di battesimo di S.A.R. il Principe Carlo Enrico Leonardo di Borbone Parma unitamente a Sua Maestà il Re dei Paesi Bassi Guglielmo Alessandro. 

172737908-e3b34acf-39f0-4b1b-be25-71217514c6c4

Parma, 25 settembre 2016.

Sua Altezza Reale il Principe Carlo Enrico Leonardo di Borbone Parma è stato battezzato a Parma. E per l’occasione è arrivato in città ospite il re d’Olanda Willem-Alexander e la moglie Maxima Zorreguieta. Prima tappa una veloce colazione a T-Palazzo dove ad accogliere Willem-Alexander c’era Guido Dalla Rosa Prati. Poi la cerimonia ha avuto luogo nella cattedrale del Duomo celebrata dal vescovo monsignor Enrico Solmi. Le Loro Altezze Reali il Duca e la Duchessa di Parma e Piacenza hanno scelto Parma come luogo per il Battesimo del Loro terzogenito per il valore storico e simbolico che la città dell’antico ducato riveste da diversi secoli per la Famiglia Ducale. Il principe Carlo Enrico è primo in linea alla successione del padre come Duca di Parma e Piacenza e Capo della Real Casa di Borbone Parma. Il principe Carlo Enrico ha cinque padrini. Sua Maestà il Re dei Paesi Bassi Guglielmo Alessandro, Sua Altezza Reale Dom Duarte Pio, Duca di Bragança, Sua Altezza Reale la Principessa Maria de las Nieves di Borbone Parma, Javier Lubelza Roca e Lodovico Gualthérie van Weezel. L’abito di battesimo del Principe è un antico abito di famiglia del 19° secolo. Una spilla a forma di colomba, di proprietà dei Oranje Nassau, la famiglia Reale dei Paesi Bassi, attaccata sull‘abito battesimale, rappresenta lo Spirito Santo. Sua Altezza Reale il Duca di Parma e Piacenza ha conferito a suo figlio il titolo di Principe di Piacenza: titolo tradizionale che viene assegnato al principe ereditario della Casa di Borbone Parma, continuatore della Dinastia, e futuro duca di Parma,Piacenza e Stati annessi.

172737879-9dba7cc3-061f-4a3d-959a-222a4024dd44
.i                                                  t
Parma: in Duomo il battesimo di un Borbone

CRISTENING PRINS CARLOS DE BOURBON DE PARME


Prince Carlos Enrico Leonardo of Bourbon-Parma, son and heir of the Duke of Parma, has been baptised this Sunday in the Cathedral of Parma. The ceremony was held by the Bishop of Parma, Mgr. Enrico Solmi. The choir of the university of Parma sang among others ‘Verleih uns Frieden” of F. Mendelssohn Bartholdy.
The little prince was carried into the church by one of his godfathers, King Willem-Alexander of the Netherlands. The other godparents were made up by the Duke of Bragança, head of the Portuguese royal family, Lodewijk Gualtherie van Weezel, maternal uncle of the little prince, Princess Maria des Neiges of Bourbon-Parma, a great-aunt and Javier Lubelza Roca. During the ceremony all his godparents expressed a wish for the the life of prince Carlos.

Apart from the godparents, the ceremony was attended by several royals, among them Queen Máxima and her daughters, Princess Irene of The Netherlands, Prince Jaime and Princess Margarita of Bourbon-Parma and families. Princess Carolina attended the ceremony without husband or children. Also present were princesses Cecilia and Maria Theresa of Borbon-Parma and Prince Charles-Henri Lobcovicz.
The prince was baptised in the same gown as his sisters Luisa and Cecilia, his mother Duchess Annemarie and his maternal grandmother. The gown dates back to the 19th century. His great-great grandfather dr. J. Th. de Visser (1857), minister of Education and minister of State, was also baptised in it.


The Royal Forums - 25 de Setembro de 2016

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

TIMOR:FUNDAÇÃO D.MANUEL II PROMOVE DIFUSÃO DA LÍNGUA PORTUGUESA

Considerando a necessidade de bons programas pedagógicos em Língua Portuguesa para a Televisão de Timor a Fundação D. Manuel II negociou um acordo de cooperação entre a Fundação Padre Anchieta, do Governo do Estado de São Paulo, e a TV Timor. Esta Fundação é proprietária da TV Cultura, considerada uma das melhores televisões pedagógicas do mundo. No dia 12 de Setembro terá lugar a assinatura do protocolo ente o Governador do Estado de São Paulo, Dr. Geraldo Alckmin e o Embaixador de Timor-Leste, Gregório Sousa, na presença do Príncipe Dom Gabriel de Orleães e Bragança, em representação da Fundação D. Manuel II, e do Dr. Durval de Noronha Goyos, Director da Fundação Padre Anchieta. O Dr. Noronha Goyos foi, em colaboração com S.A.R., O Senhor Dom Duarte de Bragança, o principal responsável pela concretização deste programa destinado à difusão da língua portuguesa em Timor. Esperamos que em breve esta cooperação possa ser estendida às televisões de outros países da CPLP.


domingo, 25 de setembro de 2016

SEBASTIANVS LVSI:REX


El-Rei D. Sebastião foi traído no «momento vitorioso» da batalha, ferido ao lutar até ao limite das suas forças e, convenientemente, dado como “desaparecido”, apesar de chegar a Arzila com alguns dos seus validos na madrugada do dia 5 de Agosto. Muito ferido, pálido como um fantasma, com o rosto coberto de pó e sangue, passou a noite na fortaleza, e foi embarcado para o Reino logo que o navio almirante da esquadra acostou. 
Desembarcou em Sagres, perto do Forte do Beliche, em forte inconsciência, e durante dois meses foi tratado por monges do convento do cabo de S. Vicente, que hoje alberga o farol. Portugal soçobraria sob as patas dos traidores e dos Filipes.
D. Sebastião seguiu depois para o castelo de Aljezur, e dali para o Convento da Arrábida, nas terras do seu Valido Duque de Aveiro. Depois, veio a Lisboa, e seguidamente para o Norte de Portugal.
Viajou muito, indo a Paris, depois a Roma, onde teve audiência Papal, depois a Veneza, onde foi preso e transferido para Cádiz, em Espanha. Ajudado pelos duques de Medina Sidónia, foi trocado por um criminoso de delito comum, e seguiu para a Bélgica, onde terá sido comandante da guarda pessoal da sua amada infanta Isabela Clara Eugénia.
Aparece em vários quadros de Rubens, como um cavaleiro vestido de negro e ferido.
Mas o objectivo primário da campanha de África de D. Sebastião foi plenamente conseguido, Alcácer-Quibir foi uma vitória muito amarga para o exército do turco Selim II, ali representado pelo xeque Mulei Maluk, pois teve cerca de três vezes mais baixas do que o Exército de D. Sebastião.
A partir de Alcácer-Quibir, e na sequência da derrota naval de Lepanto, o Império Otomano deixou de se expandir, e começou a retrair-se e a desagregar-se. A ameaça do fecho do estreito de Gibraltar, por controlo da costa africana a Sul, foi afastado.
O sacrifício, Sacro Ofício, de Portugal e do seu Rei - que voltou, muito ferido, dias depois, no navio-almirante da Armada - teve um valor inestimável para a Europa, esta não seria a mesma sem ela, e ainda o chamam de louco.
Teve, pelo menos, 4 descendentes conhecidos: uma filha de D. Juliana de Lencastre, filha do Duque de Aveiro, concebida dias antes da partida para África, e uma filha e três filhos da sua amada Infanta Isabella Clara Eugénia, concebidos em Mariemont, nos Países Baixos, já no Séc. XVII, quando a Infanta, então Arquiduquesa, era governadora dos Países Baixos, casada com um ex-cardeal impotente.
E as namoradas foram muitas… Há um relato muito curioso acerca delas no livro “Donas de Tempos Idos”, do Conde de Sabugosa, no capítulo “D. Sebastião e as Mulheres”. Já tinha engravidado D. Juliana de Lencastre antes da partida para África e anos mais tarde iria ter mais uma filha e dois filhos da Arquiduquesa Isabela Clara Eugénia. Fora os vários namoricos que teve.
Morreu envenenado, com 79 anos, em 1633 em Limoges, no Convento dos Agostinhos, onde foi sepultado, na Capela de S. Sebastião.
“De maneira que de huns & outros ficou aquillo por aly tè onde chegamos cuberto de mortos, homés, & cavallos, & cavallos, em tanto, que dificultosamente podia aly entrar a cavallo, depois & tàto sangue que em partes me dava quasi pello artelho. E tudo grittos, & lamentos, mortos em cima de vivos, & vivos de mortos, todos feitos pedaços, Christãos & Mouros abraçados, chorando & morrendo, huns sobre a artelharia, outros braços, & tripas arrastrando, debaixo de cavallos, & encima espedaçados, & tudo muyto mais do que já vos posso dizer, porque apperta commigo a dor na lembrança do que passei. (…) Tornando pois a esta nossa infelice, & sempre lamentavel, & em tudo temeraria batalha. E digo temeraria, pois nela & na jornada toda, tudo forão erros cometidos polla cabeça de hum so homem Rey endurecido a todo bom conselho, & razão, para não seguir outra, se não sua propria vontade, em lugar della, sendo assim que in maxima fortuna, na mòr alteza menor liberdade.”
— Miguel de Andrada
ALMA LUSA
“Que ninguém tenha dúvidas! Portugal é diferente do resto do Mundo! Não há país comparável! Reafirmo que Portugal não cabe na Europa, o seu coração é grande demais, ou, a Europa simplesmente demasiadamente pequena. O Mundo Português sobrevive em todos os continentes. Esqueçam-se dos nossos media, dos nossos politiqueiros, das visões colonialistas de Bruxelas.
Agarrem-se ao que nunca nos conseguiram tirar nem taxar:
A ALMA LUSA! Esta vive onde um coração luso bate!
A solução de todos os nossos problemas está dentro de nós e de mais ninguém. Tem de vir de dentro para fora e ninguém a conseguirá parar. 
Desliguem as televisões, desistam das leituras dos jornais; são todos coniventes na introdução da escravatura globalista. 
Não sejam engraxadores das botas de agiotas em casas outrora nossas.
Mais vale comer pães mais pequenos, mas manter a identidade própria de cabeça levantada, do que ser submissos servidores de interesses não nossos.

A chama existe e encontra-se bem viva !
O Mundo Português encontra-se dentro de imensos seres humanos espalhados por toda a parte. Sabem que fazem parte de algo tão bem e gigante que é apenas aos poucos que conseguimos ver e compreender a sua verdadeira dimensão.
As sementes lançadas sob a bandeira das Quinas e a Cruz de Cristo ainda vão brotar e encaminhar a humanidade.
A 3ª RAZÃO DE EXISTÊNCIA DE PORTUGAL SERÁ CUMPRIDA !"
— Rainer Daehnhardt

300 ANOS DO PATRIARCADO DE LISBOA


O Cardeal-Patriarca de Lisboa disse hoje que as comemorações dos 300 anos da qualificação patriarcal da Diocese de Lisboa vai ser assinalado com publicações sobre três séculos de história, concertos e o encerramento do Sínodo Diocesano. Para D. Manuel Clemente, o encontro que “terá mais consistência na vida diocesana” será o encerramento do Sínodo Diocesano, que reunirá 137 delegados de 30 de Novembro a 4 de Dezembro, no Turcifal. “O momento sinodal não vale por si. É o momento canónico de um caminho que começou em 2014, quando milhares de católicos da diocese de Lisboa em centenas de grupos foram reflectindo os cinco capítulos da exortação ‘A Alegria do Evangelho’”, afirmou o cardeal-patriarca de Lisboa hoje em conferência de imprensa. O “movimento sinodal” que a reflexão dos grupos originou e o “sentido missionário” que criou, “recuperando a velha legitimação do patriarcado”, são para D. Manuel Clemente os “dois frutos” principais do Sínodo Diocesano que decorreu em Lisboa nos últimos três anos, quase 400 anos após o anterior, realizado em 1640. O Sínodo Diocesano envolveu mais de 20 mil pessoas que analisaram, em 1000 grupos, os cinco capítulos da exortação do Papa Francisco “A Alegria do Evangelho” e fizeram propostas para o documento de trabalho que vai ser debatido e votado na Assembleia Sinodal.

Os 300 anos da qualificação patriarcal da Diocese de Lisboa vão ser assinalados também com o musical “Partimos. Vamos. Somos”, nos dias 18 a 20 de Novembro, encenado por Matilde Trocado, e Concertos no Teatro Nacional São Carlos, nos dias 24 e 25 de Novembro. A publicação das Cartas Pastorais dos Patriarcas de Lisboa, da histórias dos bispos anteriores a 1716 e a exposição sobre os três séculos do Patriarcado de Lisboa são iniciativas que evocam “a memória” da Igreja Católica em Lisboa. 

As referências ao cristianismo na região de Lisboa remontam à viragem do século III para o século IV, sendo mais precisas no século VII a respeito da participação dos bispos de lisboetas nos vários concílios, desconhecendo-se o dinamismo católico durante o domínio muçulmano entre os séculos VIII e meados do século XII. A reconquista e posterior expansão missionária marcou um novo dinamismo católico, em torno de congregações religiosas, escolas e centros culturais, que empreenderam, até ser elevada a metrópole eclesiástica em 1393, sendo seu primeiro arcebispo D. João Anes. Em 1716, o papa Clemente XI concedeu a qualificação patriarcal à diocese de Lisboa, primeiro o título basílica patriarcal à capela real, ficando a antiga diocese dividida em duas até 1740, ano em que foi reunificada. O título patriarcal dado a Lisboa apenas repartido com Veneza, tendo Lisboa 17 patriarcas na sua história, desde D. Tomás de Almeida a D. Manuel Clemente, sempre feitos cardeais no primeiro consistório a seguir à sua nomeação.

sábado, 24 de setembro de 2016

EL-REI DOM MANUEL II, SEGUNDO MARGERY

Resultado de imagem para dom manuel segundo magery



Dom Manuel II Segundo Margery (1997)

Margery conta-nos como foram os dias de Dom Manuel II vividos em Fulwell Park, perto de Londres.


Dom Manuel II foi o último soberano a reinar em Portugal.

MOEDA D. CATARINA DE BRAGANÇA LANÇADA NA ACADEEMIA MILITAR(AM)



    Esta é a terceira moeda de colecção da série de moedas “Rainhas de Portugal” produzidas pela Imprensa Nacional – Casa da Moeda.

    Na passada quarta-feira, dia 14 de setembro, deu-se o lançamento da moeda D. Catarina de Bragança. A moeda, de liga de cuproníquel, tem o valor facial de 5€ e já se encontra em circulação desde o dia 13 de Setembro de 2016. A distribuição ao público será efetuada por intermédio das instituições de crédito e das tesourarias do Banco de Portugal. Existem também as versões em ouro e prata com valores a rondar os 900€ e os 50€, respectivamente. 
    O evento que ocorreu pelas 16 horas na sede da Academia Militar (AM), contou com a presença do Exmo. Comandante da Academia Militar, Major-General João Jorge Botelho Vieira Borges, com S.A.R. Dom Duarte Pio de Bragança, com o Presidente da Imprensa Nacional-Casa da Moeda, Dr. Rui Carpe, e do Professor Doutor Ferreira do Amaral que fez a apresentação da moeda.
    D. Catarina de Bragança, foi Rainha Consorte do Reino de Inglaterra aquando do casamento com o Rei D. Carlos II em 1662. Em 1685 enviuvou, regressando mais tarde a Portugal, em 1693. Já em terras nacionais, a Rainha instalou-se no Palácio da Bemposta onde são hoje as instalações da sede da AM, daí ter sido este considerado o local ideal para o evento. 
     A colecção “Série de Rainhas” conta já com a moeda D. Leonor de Portugal, lançada em Setembro de 2014 e com a moeda D. Isabel de Portugal, lançada em Junho de 2015. Está ainda previsto, para 2017, o lançamento de uma quarta e última moeda que terminará esta colecção.

    02
    03
    04
    05

    06

    Academia Militar

    sexta-feira, 23 de setembro de 2016

    SAR D. DUARTE ENTREGOU PRÉMIO INFANTE D. HENRIQUE EM TORRES VEDRAS


    Dezanove alunos da Escola Internacional de Torres Vedras (EITV) receberam das mãos de Sua Alteza Real D. Duarte Pio, do Dr. Carlos Bernardes, Presidente da Câmara de Torres Vedras e do Director da EITV, Engº Eduardo de Castro os Diplomas nas categorias Bronze e Prata do Prémio.

    “Numa era conturbada em que os valores da ética e da formação moral e cívica dos nossos jovens são postos à prova, onde as oportunidades para uma efectiva realização pessoal são muitas vezes escassas, procuramos, através deste programa de actividades voluntárias e não competitivas, incentivar e reconhecer o mérito, a dedicação, a autoconfiança e a perseverança dos jovens participantes”, disse D. Duarte Pio na sua intervenção.

    “Sendo a Educação um vector estratégico da Câmara Municipal de Torres Vedras, foi com enorme prazer que acolhemos na nossa cidade a entrega dos prémios Infante D. Henrique”, disse Carlos Bernardes, Presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras. ”O reconhecimento do mérito e da excelência aos alunos e professores da Escola Internacional vem contribuir, de uma forma integrada, para aprofundar o conhecimento e o modelo de cidadania activa, da comunidade”, concluiu.

    Por sua vez, o Director da EITV referiu que: “ao abraçar os desafios que lhe foram lançados pelo Prémio Infante D. Henrique procurou, poder proporcionar aos seus alunos, uma certificação de excelência, no domínio das Atitudes e Valores, competências estas que garantem um melhor desempenho pessoal e a construção de soluções de vida mais sustentadas; Incentivamos assim a imaginação na procura de soluções e a paixão pelo empreendedorismo; Combatemos o imobilismo e tentamos corresponder com empenhamento na construção de uma educação de qualidade. Na EITV, como no Prémio, acreditamos na Ética, na Inovação, na Tecnologia e nos Valores como factores de diferenciação e desenvolvimento”, concluiu agradecendo a todos o empenhamento e dedicação que tanto prestigiam o Prémio e a Escola.

    Para os alunos agraciados, a apreciação global é a de terem vivido “uma experiência sem igual, por nos ter permitido o contacto com o meio ambiente na sua interacção mais directa, com a plantação de árvores e assim contribuirmos com o reflorestamento para o equilíbrio do meio ambiente” Para Maria Fernandes, Paulo Renato, Diogo Pereira, Duarte Brás e Ismael Santos, “fica ainda a experiência de interacção entre grupo, com partilha de saberes, vivências e sem faltar o auxílio nas várias etapas realizadas.

    Já Catarina Ferreira, Eduarda Santos, Mariana Francisco, Marta Dias e Sara Smith consideram “trazer desta aventura várias histórias inesquecíveis e também educativas pois é a partir dos nossos erros que aprendemos, e foi através desta realidade tão crua a que fomos expostos que nos apercebemos das nossas reais aptidões. Voltaríamos a fazer tudo de novo sem hesitar e agora só paramos quando tivermos a medalha de ouro na mão.”



    A categoria Bronze destina-se a jovens a partir dos 14 anos e a categoria Prata a jovens a partir dos 15 anos. Três monitores responsáveis pela formação destes jovens, Rita Santos, François Bartolomeu e Catarina Corredeira, receberão o Certificado de Reconhecimento pelo serviço prestado como Monitores Voluntários da Associação do Prémio Infante D. Henrique, no acompanhamento, orientação e instrução, de um grupo de jovens participantes da EITV.

    A cerimónia decorreu no Auditório do Edifício dos Paços do Conselho, em Torres Vedras, a 16 de Setembro passado, e representa o reconhecimento pelo trabalho desenvolvido pela Escola Internacional de Torres Vedras através do funcionamento com o programa do Prémio, junto dos jovens promovendo competências essenciais para as suas vidas futuras tais como persistência, compromisso, iniciativa, responsabilidade e desenvolvimento pessoal e social no período em que desenvolveram o Programa.

    O Prémio assume crescente relevância ao atribuir valor ao curriculum vitae dos Jovens, como testemunho da sua preparação para os desafios profissionais e pessoais pela aquisição das necessárias competências.

    O Prémio Infante D. Henrique é a versão portuguesa do “The Duke of Edinburgh’s International Award”, fundado em 1956 pelo Duque de Edinburgo. Em 1988, no Porto, Dom Duarte, Duque de Bragança, fundou a versão portuguesa, que adoptou o nome Prémio Infante D. Henrique.

    O Programa subjacente ao Prémio visa o desenvolvimento pessoal e social de actividades voluntárias e não competitivas, destinado a jovens entre os 14 e os 25 anos, encorajando-os a desenvolverem-se como cidadãos activos, participativos, com uma contribuição positiva na sociedade e preparando-os com experiências de vida para marcar a diferença com eles próprios, as suas comunidades, e o mundo.

    É um programa nacional e internacional que reconhece os jovens por aquilo que fazem: participando num serviço à comunidade e aprendendo a prestar um serviço, os jovens são incentivados a apoiar o próximo; praticando um desporto, adquirem um desenvolvimento físico e hábitos desportivos; passando pela secção de talentos, descobrem novas facetas em si ou simplesmente adquirem experiência profissional tão necessária nos dias de hoje; e na secção aventura, considerado um teste à sobrevivência, realizada em grupo e onde se destacam as qualidades de liderança, responsabilidade e maturidade.

    Sendo um Prémio de candidatura livre, os alunos candidatos deverão, contudo, frequentar uma escola certificada para tal. Para que estas se possam candidatar, são desenvolvidas acções de formação, podendo as Escolas interessadas e os seus Professores, inscreverem-se na próxima formação, directamente para a Associação do Prémio Infante D. Henrique ou ainda através da página na internet.

    PORTUGUESES COMPRARAM MAIS UMA PINTURA PARA O MUSEU DE ARTE ANTIGA




    Parte do dinheiro que sobrou da campanha pública do Sequeira foi agora investido numa pintura de D. João V feita para celebrar uma vitória naval. Retrato com 300 anos mostra um “rei solar” e estava numa colecção brasileira. Custou 100 mil euros.

    O que vemos neste retrato real é um homem ainda jovem, elegante, com um olhar desafiador e uma batalha naval em fundo. Supomos que se trata de um rei porque sobre a mesa há uma coroa e um ceptro. Está em traje militar, mas isso não impede que as suas mangas douradas sejam bordadas e a armadura deixe à mostra uma gola de renda delicada, a mesma dos punhos.

    Não se sabe exactamente quando foi executada esta pintura que acaba de entrar para a colecção do Museu Nacional de Arte Antiga, mas certo é que representa D. João V e que o seu autor é o pintor italiano Giorgio Domenico Duprà, o retratista favorito do monarca que associamos de imediato ao esplendor do barroco em Portugal.


    Retrato de D. João V e a Batalha do Cabo Matapão foi apresentada esta quarta-feira ao final da manhã neste museu de Lisboa em conferência de imprensa. É a segunda obra comprada com os 746 mil euros conseguidos com a campanha pública da angariação de fundos “Vamos Pôr o Sequeira no Lugar Certo”, que o MNAA promoveu com o PÚBLICO, a RTP, a agência de publicidade Fuel e a Fundação Millennium BCP para comprar A Adoração dos Magos (1828), de Domingos Sequeira.

    O objectivo inicial desta campanha que terminou em Abril e envolveu milhares de cidadãos, empresas, fundações, escolas e outras instituições era reunir 600 mil euros para adquirir esta importante pintura portuguesa, mas as contribuições ultrapassaram largamente as expectativas. Respeitando o regulamento da angariação de fundos, a verba remanescente deve ser aplicada na compra de outra obra ou obras para o museu, lembrou o seu director, António Filipe Pimentel, revelando que o retrato de D. João V de Duprà foi agora adquirido aos descendentes do embaixador do Brasil em Haia no início dos anos 1960, que vivem no Rio de Janeiro.

    “Sobram cerca de 50 mil euros que ficam em reserva à espera de uma oportunidade idêntica a esta que agora se apresentou com o retrato do rei”, disse ao PÚBLICO Pimentel. “Vamos gastá-los com um rigor obsessivo, mas só quando acharmos que vale mesmo a pena.” A proposta para a compra do retrato foi feita ao museu pelos coleccionadores brasileiros quando a campanha do Sequeira estava ainda a decorrer.

    Feliz e orgulhoso

    Foram precisos largos meses de negociações para que o MNAA passasse a contar com mais esta pintura na sua colecção. “Um processo laborioso” com um “coleccionador amável”, segundo Pimentel. Depois de devidamente restaurado e de feito o seu estudo tão completo quanto possível, contando para isso com toda a informação reunida na fase de diagnóstico prévia aos trabalhos de conservação que serão feitos pelas duas técnicas do museu, o retrato estará exposto na última sala da renovada Galeria de Pintura e Escultura Portuguesas (inauguradas em Julho), a dedicada ao barroco, “muito provavelmente na próxima Primavera”. E muito provavelmente ao lado do retrato de Manuel de Azevedo Fortes, engenheiro-mor do reino, da autoria do outro pintor da corte de D. João V, o francês Pierre-Antoine Quillard.

    António Filipe Pimentel não podia estar mais “feliz” e “orgulhoso”, disse aos jornalistas, e por vários motivos. Integrar uma “obra de altíssima qualidade” nas colecções é sempre motivo de festa, mas quando essa nova aquisição se deveu em boa parte ao trabalho de pesquisa da equipa do museu e é produto de uma “campanha inédita que provou que os portugueses sabem ser generosos quando se trata do seu património, da sua identidade”, há ainda mais motivos para celebrar. Aos “argumentos plásticos” de Duprà, deve juntar-se também o facto de esta pintura ter uma elevada carga simbólica: por um lado representa um monarca “absolutamente central na nossa história” num momento decisivo do seu percurso; por outro mostra que, ao contrário do que tem acontecido nas últimas décadas, também se pode importar património português, e não apenas vê-lo vendido no estrangeiro.

    Este retrato de D. João V tinha já sido mostrado na grande exposição que o MNAA dedicou ao monarca e ao seu tempo em 2013 (A Encomenda Prodigiosa. Da Patriarcal à Capela Real de São João Baptista), depois de no ano anterior a equipa do museu ter decidido seguir-lhe o rasto. A pintura era conhecida de uma fotografia a preto e branco publicada em 1962 pelo historiador Armindo Ayres de Carvalho na obra D. João V e a arte do seu tempo, mas julgava-se que estava ainda na embaixada do Brasil em Haia. Só quando começou a investigar, e com a ajuda dos ministérios dos Negócios Estrangeiros português e brasileiro, é que o MNAA percebeu que pertencera à colecção pessoal do embaixador de então e que era hoje propriedade dos seus herdeiros.O diplomata comprara-a no pós-Segunda Guerra num antiquário em Londres, que a tinha atribuída a outro pintor que não Duprà e que confundira D. João V, o Magnânimo, com um rei inglês.

    “Esta compra vem mostrar que este museu é um verdadeiro centro de investigação onde se produz conhecimento”, diz o seu director. “Mas na altura da exposição da Encomenda nem nos nossos delírios mais optimistas pensaríamos que um dia viríamos a ter este retrato nas nossas colecções.”

    O grande pintor régio

    Feita para marcar a vitória na célebre Batalha de Matapão, em que a armada real portuguesa, respondendo a um pedido do Papa Clemente XI, se deslocou até ao extremo sul da Grécia para enfrentar a frota do império otomano, esta obra de Domenico Duprà (1689-1770) não está datada, mas deverá ter sido executada há 300 anos. “Não sabemos ao certo quando, mas D. João V não fazia amanhã as encomendas que podia fazer hoje. E ele quer vender a sua imagem de sucesso. Não deve andar longe do próprio confronto naval.”

    As duas armadas – à frota portuguesa, que foi absolutamente decisiva para o sucesso, juntava-se a da República de Veneza e a dos Estados Pontifícios, já que as outras grandes cortes católicas europeias, como França, preferiram ficar em casa, lembra António Filipe Pimentel – encontraram-se precisamente a 19 de Julho de 1717, quando D. João V (1689-1750) não tinha feito ainda 28 anos. “É por isso que aqui vemos um rei ainda jovem, mas já com todos os traços que o caracterizam”, diz o director do museu, um historiador de arte que tem dedicado boa parte da sua carreira de investigador a estudar o percurso deste monarca que define como um “homem inteligentíssimo, extrovertido, com uma personalidade solar”.

    A Batalha de Matapão, “operação brilhante e meteórica” em que a armada portuguesa arrumou com a frota otomana que ameaçava a península itálica de uma assentada, viria a ser fundamental para a estratégia diplomática do monarca português junto da Santa Sé, que passou a equiparar Portugal às grandes potências católicas da Europa, permitindo até que Lisboa viesse a ter uma Sé Patriarcal. “É um retrato virtuoso, uma daquelas peças que faz deste museu uma caderneta dos cromos de Portugal”, brinca Pimentel. “Não é simplesmente uma obra de aparato. Tem uma história agarrada a ela, a de um momento com um alto impacto político.”

    Além disso, esta aquisição permite ao museu expor uma obra de qualidade de Duprà que, mais do que Quillard, é o verdadeiro responsável pela criação da imagem de corte “moderna, actualizada, optimista e consequente” de que D. João V beneficia, argumenta o director de Arte Antiga. “Duprà é o grande pintor régio e este retrato é muito singular na sua obra porque tem uma paisagem em fundo, o que não era nada habitual na sua pintura.”


    Para António Filipe Pimentel, ter o retrato agora comprado nas paredes do museu que dirige é mais uma forma de homenagear o monarca que conhece tão bem. Um homem que “tem consciência do que vale, altivo,” e que se faz notar quando entra numa sala, um “workaholic incansável” que acordava ministros a meio da noite com perguntas, ordens e ideias.





    quinta-feira, 22 de setembro de 2016

    2º DIA: ACADEMIA DE VERÃO DA JUVENTUDE MONÁRQUICA PORTUGUESA


    Sábado, dia 17 de Setembro de 2016


    O 2º Dia da Academia de Verão da JMP começou com a introdução ao tema desse dia pelo Presidente do Congresso.
    O primeiro Painel foi apresentado pelo Presidente da Real Associação de Lisboa,João Távora que nos falou sobre como "Aprender a comunicar a Monarquia" (web e militância de rua)
    No segundo painel, ainda durante a primeira parte da manhã, tivemos a honra de receber o ex- Presidente da Causa Real o Dr. Luis Lavradio que nos veio falar sobre "As Monarquias Mundiais no século XXI".
    Antes da hora do almoço tivemos o nosso 1º Debate «Federalismo Europeu: Que soberania?»
    Participantes: Prós, Contras & Moderados (Jaime Nogueira Pinto, Manuel Monteiro e Miguel Morgado)
    Moderador: Jorge De Seabra Leite-Pereira, Presidente do Congresso
    1º Debate Interno: Equipas - Mote: A Monarquia numa Europa federalista faz sentido?
    13:45 Almoço
    Após o almoço tivemos o diálogo: "Lusofonia… e Portugal": pelo Dr. Jaime Nogueira Pinto
    Durante a tarde demos inicio ao 2º Debate "A Questão Monárquica nas Juventudes dos Partidos Politicos"
    Participantes: 
    JSD - (Presidente Cristóvão Ribeiro) 
    JP - (Presidente Francisco Rodrigues dos Santos)

    Moderador: Diogo Tomás Pereira, Presidente da Direcção Nacional
    2º Debate Interno: Equipas – Mote: 
    O papel dos jovens monárquicos nos partidos políticos

    Pelas 17h tivemos uma formação sobre «A Revisão do Protocolo de Estado» e «O conceito de Rei dos Portugueses» pelo Deputado do CDS e ex-Ministro da Segurança Social o Dr. Pedro Mota Soares
    Fechámos este magnifico dia com um Sunset da Academia de Verão da JMP 2016